domingo, 22 de março de 2009

ANGELOLOGIA - PARTE 1


I. ANGELOLOGIA

Conceito: Tratado acerca dos anjos; crença na intervenção dos anjos.

A palavra anjo vem do vocábulo hebraico “malakh” e tem o seguinte significado:

mensageiro: aquele que leva à mensagem; anunciador
enviado: mandado; remetido

Anjos são “MENSAGEIROS A SERVIÇO DE DEUS”.

Na tradução do Velho Testamento, o termo hebraico “malakh” foi vertido para o grego como “aggelos”, que tem a mesma significação de “malakh”.

São Jerônimo, ao traduzir as Escrituras para o latim, usou o termo “aggelos”, para especificar os entes angélicos, e, “núntios” para designar os mensageiros humanos.

No Velho Testamento encontramos 108 referências aos anjos, e no Novo Testamento, 175 referências.

II. CRIAÇÃO DOS ANJOS

- Os anjos foram criados por Deus (Ne 9.6 e Cl 1.16).
- Foram criados todos bons e santos (Gn 1.31).
- Quando? Em um tempo antes da criação do mundo (Jó 38.7).
Obs.: A Bíblia não dá uma resposta explícita sobre este tempo.

III. NATUREZA DOS ANJOS

Em Hb 1.14, somos informados de que eles são seres espirituais criados.

a) Criaturas: como já vimos, os anjos foram criados por Deus. Como criaturas, não aceitam adoração (Ap 19.10; Ap 22.8,9). É terminantemente proibido adora-los (Cl 2.18).

- O respeito aos anjos era profundo no judaísmo, ao ponto de ver um anjo, ser considerado uma experiência tão grande quanto ver o próprio Deus (Gn 16.13; Gn 31.13; Ex 3.4; Jz 6.14; Jz 13.22).

- Talvez certos desses casos fossem teofanias.

- A teologia judaica posterior, encarava os anjos como mediadores entre Deus e os homens (Ez 40.3 e Zc 3), e a posição tão elevada naturalmente fez com que alguns os adorassem. Exemplos: Cristandade (Cl 2.18); Gnosticismo.

- Todavia, a prática não era aceitável para os verdadeiros cristãos (Ap 19.10).

b) Celestes: possuem um corpo diferente do nosso. Portanto não estão sujeitos às barreiras físicas como nós.

Dn 9.21: São dotados de incomparável poder e inimaginável agilidade, deslocam-se de um lado para outro com hiper-velocidade.

1Co 15.40: Há diferença entre corpo espiritual e celestial.

c) Imortais: embora imortais, não são eternos, foram criados (Ne 9.6; Cl 1.16). Jesus falou acerca da imortalidade dos anjos (Lc 20.34-36).

d) Numerosos: (Dn 7.10; Ap 5.11; Mt 26.53 – 12 legiões; Jó 25.3; Sl 68.17; Dt 33.2; 1Re 22.19; 2Re 6.17; Lc 2.13; Hb 12.22; Jd 14; Ap. 1.10).

- Legião: corpo da milícia antiga romana, composto de cavalaria e infantaria; multidão; corpo de um exército.

- Miríade ou miríada: número de dez mil; quantidade indeterminada.

- Multidão: grande número de pessoas.

e) Assexuados: Não podem propagar sua espécie. Desde que foram criados, mantém o mesmo número (Lc 20.34,35).

- Testemunhas de Jeová afirmam que os filhos de Deus mencionados em Gn 6.2 são anjos (ver detalhes na seqüência deste estudo).

f) Sábios: Não são oniscientes, porém possuem mais sabedoria do que os sábios humanos.

- 2Sm 14.17 – sabedoria comparada à de um anjo (utopia).

g) Poderosos: Sl 103.20 – são magníficos em poder.

IV. A FUNÇÃO DOS ANJOS

Basicamente, possuem 2 funções: uma ordinária e outra extraordinária.

a) Ordinária: Louvar continuamente o nome de Deus (Is 6.3).

b) Extraordinária: Zelar pelo bem-estar daqueles que hão de herdar a vida eterna (Hb 11.14).

Mas várias são suas atribuições:

i) Anunciar e avisar de antemão (Gn 18.9; Jz 3.2-4; Lc 1.13,30; Lc 2.8-15; Ap 1.22).

ii) Guiar e instruir (Gn 24.7,20; Gn 28.12-15; Ex 14.19; Ex Ex 23.20; Nm 20.16; At 7.38,53; Gl 3.19).

iii) Interpretam visões (Zc 1.9,19; Dn 7.16; Ap 17.7).

iv) Guardar e defender, o que explica os anjos guardiões e seus serviços (Sl 34.7; Gn 32.24; Ex 14.19; Nm 22; 2Rs 6.17; 1Cr 12.22; Dn 3.28; Dn 6.22; Sl 91.11; Dn 10.13-11.1; Mt 18.10 e Ap 2 e 3 – onde a igreja é assessorada, guiada, guardada e instruída por agentes angelicais especiais).

v) Ministrar aos necessitados (Gn 21.17; Ex 3.7; 1Rs 19.5-7; Mc 1.13; Lc 22.43; Mt 28.2; At 5.19; At 12.6-11).

vi) Ajudar os homens atingirem seu destino (Hb 1.14).

vii) Assessorar no julgamento, tanto o temporal quanto o escatológico (At 12.23; Mt 16.27; Mt 25.31; Lc 9.26; Lc 12.8,9; Mc 13.27).

viii) Adoração celeste, tanto agora quanto no estado eterno (Is 6.3; Lc 2.13; Ap 19.1-3).

V. O CARÁTER DOS ANJOS

a) Obedientes: Eles obedecem as ordens de Deus sem o menor questionamento ou vacilação (1Pe 3.22).

b) Reverentes: A mais elevada função angelical é adorar o Todo-Poderoso (Ne 9.6).

c) Santos: Por possuírem caráter elevado e sem máculas (Ap 14.10).

d) Mansos: Não guardam rancor nem ressentimentos pessoais contra seus opositores. Também, não os injuriam, nem lhes lançam impropérios, mas os combatem com o poderoso nome do Senhor (Jd 9).

VI. OS ANJOS PODEM PECAR?

- Agostinho: Os anjos que não acompanharam Lúcifer na grande rebelião, foram galardoados por Deus com perseverança.

- Vários teólogos são partidários deste pensamento.

- Os que não se rebelaram contra o Senhor, tornaram-se imunes ao pecado e jamais poderão cair em semelhante erro.

- Eles, no entanto, conservam o livre arbítrio.

VII. CLASSIFICAÇÃO DOS ANJOS

Em Cl 1.16 e Ef 1.21 encontramos uma classificação angelical. Classicamente, os seres angelicais são assim classificados:
- Anjo do Senhor
- Arcanjo Miguel
- Gabriel
- Querubins
- Serafins
- Anjos Eleitos
- Anjos das Nações

a) Arcanjo Miguel

- Existe só um arcanjo (Jd 9; Dn 10.13,21; Dn 12.1; Lc 1.19; 1Ts 4.16; Ap 12.7).

- No livro de Tobias (apócrifo) aparece o arcanjo Rafael.

- Em Ez 28, vemos que Lúcifer era um arcanjo; “cabeça de todos os anjos”.

- Arcanjo: Anjo de ordem superior; o primeiro dentre os anjos.
O prefixo arca sugere: anjo-chefe, principal ou poderoso (Dn 10.13).

- Miguel: O que é semelhante à Deus.

- O nome Miguel aparece 4 vezes: Dn 10.13; Dn 12.1; Jd 9; Ap 12.7.

- Possui um ministério relacionado com o povo de Israel, na qualidade de “guerreiro”, e com a “ressurreição dos mortos”.

- Dn 19.21; Dn 12.1: protege em especial o povo de Deus.

- Ministro da guerra.

b) Gabriel

- Apesar de sua importância, ele não é descrito como arcanjo.

- Gabriel significa no hebraico “Herói de Deus” ou “Homem de Deus”, ou ainda “Deus é grande”.

- A ele são confiadas as mensagens de mais elevada importância com relação ao reino de Deus.

- “Porta-voz de Deus”.

- 1a menção: Dn 8.16-27 – trazendo boas novas à Daniel.
- 2a menção: Dn 9.21 – incumbido de revelar as sete semanas e dar-lhe entendimento do significado.
- 3a menção: Lc 1.11,19 – anunciando o nascimento de João Batista à Zacarias.
- 4a menção: Lc 1.30-33 – anunciando o nascimento de Jesus à Maria.

c) Querubins

- Significam “guardar” ou “cobrir”.

- Pertencem a categoria mais elevada de anjos.

- Dada a sua posição como guardas à porta do Jardim do Éden, sobre o lugar expiatório da Arca da Aliança (Ex 25.17-20), e em (Ap 4.6-8 e Ez 1) como criaturas viventes, o ministério dos querubins é o de vindicar a santidade de Deus. (Vindicar: exigir em nome da lei; reclamar; exigir).

- Ez 10.14, representam uma perfeição de criaturas:
- força de leão,
- inteligência de homem,
- rapidez de águia,
- serviço semelhante ao que o boi presta.

- Gn 3.23,24, Deus utilizou-se na guarda do jardim um querubim.

- O querubim representa a glória de Deus. A glória, a justiça e a santidade de Deus guardava o jardim.

- (Ex 25.20; Ap 11.19; Ez 9.3; Ez 10.10; Ap 4.4-9; Sl 80.1; Sl 99.1; Is 37.16; 2Sm 22.11; Sl 18.11).

- No confronto entre Ez 1.10 e Ap 4.7, observamos que são eles que lideram todos os seres na adoração à Deus.

d) Serafins

- O nome serafim significa “nobres”ou “afogueados”.

- O termo hebraico “seraphim” está no plural.

- Em português, porém, costuma-se dizer Serafim (singular) e serafins (plural).

- Anjos que possuem seis asas.

- Entendemos, conforme Is 6.7,8, que os serafins são usados pelo Senhor para prepararem os homens a fim de receberem o toque divino e a preparação para a obra de Deus.

e) Anjos Eleitos

- São provavelmente aqueles que permaneceram fiéis a Deus durante a rebelião de Satanás (1Tm 5.21).

f) Anjos das Nações

- Cada nação tem seu anjo protetor, o qual se interessa pelo bem-estar dela (Dn 10.13,20).

g) Tronos

- Do grego “thronoi”, literalmente “tronos”, indicando qualquer espécie de trono físico ou simbólico, qualquer forma de reino ou governo.

- Ef 1.21: poderes, domínios, potestades e principados. Paulo não procura alista-los na ordem de sua suposta autoridade.

- Champlin (Novo Testamento Interpretado – Volume 5) aproxima “tronos” à elevados espíritos que ocupam tronos que circundam o trono de Deus.

h) Dominações ou soberanias

- Do grego “kuriotes”: senhorios, domínios.

- Possuem grande poder sobre vastas esferas sobre os quais governam.

i) Principados

- Do grego “archai”.

- Os vocábulos principados e potestades são empregados para indicar seres bons e seres espirituais malignos.

- Champlin (Novo Testamento Interpretado – Volume 5), supões um governo de reinos, províncias ou governantes sobre nações.

j) Potestades

- Do grego “eksousia” : indica “autoridade”, “portador de autoridade”, “oficial”, “governante”.

- Ef 3.10 – seres bons.

- Ef 6.12, Cl 2.15 – seres malignos.

k) Anjo do Senhor

Teofania

- Do grego “theophánia” à “théos” : Deus + “phainei” : aparecer.

- Manifestação visível de Deus, na forma que ele quiser.

- Este termo é diferente da manifestação divina permanente em Jesus Cristo (encarnação Jo 1)

- Quase todos os casos de teofania são encontrados no Antigo Testamento, embora existam casos de teofania no Novo Testamento.

Casos no Novo Testamento:

- Mt 3.16,17: Voz Celeste e pomba no batismo de Jesus.
- Mt 17.5: Voz ouvida durante a transfiguração.
- Jo 12.28: Voz do céu na semana da paixão.
- At 2.2,3: Espírito Santo.
- At 9.3: Aparição de uma luz à Paulo.

“Anjo do Senhor”

- Esta expressão encontra-se por mais de 50 vezes no Antigo Testamento.

- Ao contrário dos outros anjos, aceita adoração e tem poder para comutar pecados (Ex 23.20-23).

- Ex 32.34; Ex 33.14,15; Is 63.9; Gn 19.10; Jz 13.3,13; 1Rs 19.5-7; Gn 48.15,16; Gn 18.1-33; Gn 16.7; Mq 3.1; Nm 22.31; Dn 8.15,16; Zc 1.9; Zc 2.3.

- Ex 3.2: Moisés
Gn 32.24,30: Jacó
Gn 18.1,2: Abraão


VIII. O CONHECIMENTO DOS ANJOS

- Os anjos têm um conhecimento maior que os seres humanos, porém somente Deus é Onisciente.

a) Sabem de alguns acontecimentos futuros quando informados por Deus (Lc 1.13-16) e do plano de Deus para o mundo (Ap 17 e 18).

b) Algumas vezes sabem os motivos e os propósitos das pessoas sem que isso lhes sejam contado (Mt 28.5).

c) Usam o seu conhecimento para o nosso bem.

d) Não sabem:

- O dia nem a hora da segunda vinda de Cristo (Mt 24.36).
- Algumas coisas que eles não compreendem plenamente: os sofrimentos de Cristo e a nossa salvação (1Pe 1.12).

IX. PENSAMENTOS ACERCA DA ANGELOLOGIA

a) Escolástica

- Na divisão da História da Filosofia grega, a escolástica se encontra na seguinte posição:

Período Pré-Socrático: Escola Jônica, Escola Itálica, Escola Eleática, Escola Atomística, Sofistas.

Período Socrático: Sócrates, Platão, Aristóteles, Escolástica.

Período Pós-Socrático: Acadêmicos e peripatéticos (Academia Antiga, Academia Nova, Terceira Academia), Epicuro, Zenão e o Estoicismo, Ecletismo e ceticismo.

- Algumas das preocupações do escolasticismo referente aos anjos:

- Quantos anjos poderiam permanecer na ponta de uma agulha?
- Um anjo poderia estar em dois lugares ao mesmo tempo?
- Os anjos da guarda vigiam as crianças desde o nascimento? Depois de batizadas? Desde o embrião?

- As discussões divagavam e a essência da função dos anjos não era estudada.

b) Saduceus

- Seita judaica (fim do século II a.C. até o século I d.C.)

- Em sua maioria, eram sacerdotes e ricos aristocratas:

- Negavam a existência do mundo espiritual (At 23.8).
- Não criam na ressurreição dos mortos nem na vida futura (Mt 22.23).
- Aceitavam como canônicos apenas os livros de Moisés.

c) Racionalismo

- Vê a crença nos anjos como uma forma de politeísmo primitivo que teve sua evolução no judaísmo.

d) Materialismo

- Negam a existência de um mundo espiritual; por isso também nega a existência de anjos.

X. OS FILHOS DE DEUS (Gênesis 6)

- Este capítulo começa descrevendo as terríveis condições a que tinha chegado a raça humana e daí, ao mesmo tempo, estas condições como a causa do dilúvio.

- Paulo César Lima (Os temas mais difíceis da Bíblia / CPAD – 1982; pág. 133),
apresenta 6 interpretações a respeito dos “filhos de Deus”.

a) Descendentes de Adão

- Esta teoria admite a origem da raça humana de 2 pontos distintos:
- criação direta de Deus
- criação evolucionista (protoplasma, macaco, homem)

- Crêem que estas mulheres foram os seres intermediários entre o homem e o macaco.

- Este pensamento ainda divide-se em 2 partes:
- teísta (admite a criação da matéria por Deus)
- ateísta (nega a existência de Deus e sua criação)

- Em resumo, as “filhas dos homens” seriam o produto da evolução, e os “filhos de Deus” são os descendentes de Adão e Eva.

b) Anjos

- Segundo alguns manuscritos da Septuaginta, anjos está traduzido no lugar de filhos de Deus.

c) Homens em geral

- Closem explicava que por esta expressão se entende “os homens em geral”, que assim se designam por terem sido feitos à imagem e semelhança de Deus.

- O pecado, segundo Closem, não residia no fato do matrimônio, porém na desordem em que viviam e que degenerou na poligamia.

d) Magnatas ou Príncipes

- A versão de Símaco traduz a expressão “filhos de Deus” por magnatas ou príncipes.

- Fazem o mesmo o Targum de Onkelos e Jonatã.

Targuns. Quando os judeus voltaram do cativeiro de Babilônia, o idioma hebreu de seus antepassados deixou de ser a linguagem ordinária do povo. O aramaico, ou pseudo caldaico, tomou o seu lugar. Em breve foi necessário que a leitura das Escrituras feitas em público fosse oralmente explicada pelo leitor, ou por seu assistente, a fim de que o povo a pudesse compreender. O costume de explicar as palavras e frases obscuras quando se liam nas Escrituras em público, já estava em voga no tempo de Esdras, Ne 8: 8. Esta passagem tem sido citada como prova evidente de que as palavras que se liam precisavam de tradução. Isto, porém, diz mais do que a letra afirma, dependendo de uma resposta à pergunta: Teria os hebreus adotado outra língua durante o exílio? O Targum oral, isto é, a interpretação ou tradução, que se tornou necessária, foi a princípio uma simples paráfrase em aramaico. Mas eventualmente foi elaborado, e a fim de dar-lhe forma definitiva e servir de padrão autorizado para ensino do povo, e por isso reduziram-no a escrito. Estes Targuns são de grande auxílio para se determinar o texto como era lido nas sinagogas antigas e para ter-se o sentido que os judeus davam às passagens difíceis. Os Targuns principais eram os de Onkelos sobre o Pentateuco e o de Jônatas ben Uzziel sobre os profetas. Segundo o Talmude, Onkelos era amigo de Gamaliel e companheiro de Paulo nos estudos, e, portanto, viveu pelo ano 70. O seu Targum deveria antedatar o princípio do segundo século; mas geralmente se diz que pertence a data posterior, isto é, ao princípio do segundo século. É um Targum puramente literal. O de Jônatas Uzziel é, pelo contrário, perifrástico e deve ser de data posterior. Os Targuns sobre o Hagiógrafo datam do undécimo século.

Fonte:
http://www.dannybia.com/danny/cur_bibl/versoes_biblia.htm (17.03.2009)

e) Homens piedosos

- Eram os homens piedosos, que pelo voto de castidade se consagraram a Deus.

- Isso vai contra a cultura judaica. Era uma benção e alegria ter muitos filhos. A idéia de que o estado de solteiro seria mais agradável surgiu muitos séculos depois com o catolicismo romano.

f) Homens

- Descendentes de Sete, ou seja, a linhagem piedosa e obediente a Deus.

- “As filhas dos homens”, as mulheres da descendência de Caim.

- Gn 5.3: Adão gerou Sete, à sua imagem e semelhança, transmitindo-lhe uma dignidade que recebera do Criador.

- Dt 14.1; Sl 73.15; Os 1.10: Esta afinidade com Deus, especialmente realçada no texto, deve ter perdurado entre os setistas, pois o escritor os apresenta dotados de notável piedade.

- Gn 4.1-24: Fala da linhagem dos cananitas, representados em Gn 6.1-4 pelas ditas “filhas dos homens”.

Um comentário:

  1. Boa tarde Pastor sou um novo no caminho de Deus e estou fazendo um estudo na igreja sobre anjos
    e muito me chamou a atenção sobre o versiculo 2 do capitulo 6 de Genêsis, então diante disso busco resposta para aquele acontecido tendo em vista que a as resposta encontradas ainda não me satisfizerão, como a resposta que eu mesmo encontrei, na minha opinião os filhos de Deus la mencionados são os anjos , tendo em vista que 1º em joão 1, 12 diz que só poderemos ter o poder de se considerar filhos de Deus após crermos no nome de Jesus, sendo assim até noé ninguem conhecia a jesus a não ser os propios anjos que viveram com ele no céu, Depois disso observei que Satanás e os anjos Caidos Não deixaram de ser anjos simplismente se tornarão desobedientes mas continuavam a acreditar no nome de jesus porque tambem tinha conhecimento de Jesus nos Céus depois lembrei de Jó em que diz que apresentando os filhos de Deus Perante ao senhor veio Junto deles Satanás então satanás não deixou de ser um anjo e sim se tornou mau desobdiente, e hoje encontrei um versiculo em 1 corintios Cap 11 ver 10 Portanto, a mulher deve ter sobre a cabeça sinal de poderio, por causa dos anjos, então ficou meio complicado para mim chegar em um opnião final.
    Agradeço se poder me responder Obrigado.
    E-mail:rafaelsantosbc@hotmail.com

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