terça-feira, 30 de junho de 2009

R$ 10,00 - O VALOR DE UMA CRIANÇA


Quanto vale a vida de uma pessoa? A união de drogas e álcool fez uma dona de casa, moradora de Vila Velha / ES, perder a noção da realidade e em um ato de desespero, para conseguir as drogas, tentar vender a própria filha com apenas oito meses de idade. O valor de uma vida? Apenas R$ 10,00.

De acordo com o delegado Mário Silva, do Departamento de Polícia Judiciária de Vila velha (DPJ), Ana Lúcia Silva Santos, de 22 anos, completamente alcoolizada, vendeu a filha para comprar mais droga na tarde deste domingo. O fato ocorreu no bairro de Itapoã, em Vila velha. Silva informou que a dona de casa caminhava e chorava pelo bairro, quando encontrou uma mulher e ofereceu a menina.

A "compradora", vendo o estado em que a mãe se encontrava e o perigo que a criança corria, deu o dinheiro para Ana Lúcia. Após receber o pagamento, a acusada saiu correndo pelas ruas do bairro. Em seguida, a mulher que pagou pela menina acionou a Polícia Militar, que após uma ronda pelo bairro, encontrou e prendeu a mulher.

Ana Lúcia foi levada para o DPJ de Vila Velha. "Ela estava tão alcoolizada que não tinha condições de prestar depoimento", revelou o delegado.

Já a criança foi levada para o Centro Regional de Especialidades (CRE), de Vila Velha, onde passou por exames e foi medicada. A acusada foi enquadrada no artigo 238 (comércio de seres humanos) e foi encaminhada para o presídio feminino de Tucum.

Fonte: Gazeta Online / ES

terça-feira, 23 de junho de 2009

A ESQUERDA NÃO TOLERA OS EVANGÉLICOS



Este texto revela o enorme preconceito dos dirigentes políticos de esquerda contra os evangélicos. Publicado em 13/03/2008 em http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=11224&Itemid=201

Abaixo, texto de Angélica Fernandes, membro da executiva estadual do PT-SP, do Diretório Nacional do PT e membro do coletivo nacional de mulheres do PT e de Julian Rodrigues, militante do PT-SP e membro do setorial nacional GLBT do PT.

CÉLULAS-TRONCO, ABORTO E DIREITOS GLBT: A CIVILIZAÇÃO CONTRA A BARBÁRIE

O Supremo Tribunal Federal foi chamado a opinar sobre a constitucionalidade da lei que permite aos cientistas brasileiros realizarem pesquisas com células-tronco embrionárias. Um ex-procurador da República cristão e outros juristas do mesmo credo religioso argumentam que a lei aprovada pelo Congresso, que autoriza esses experimentos, é inconstitucional, porque violaria os princípios da dignidade humana e da proteção da vida.

O voto do juiz Carlos Ayres Brito foi de uma clareza paradigmática. Embriões in vitro não são pessoas e não têm direitos. Parece óbvio, mas os que argumentam tendo como base muito mais o direito canônico do que nosso ordenamento laico tentam turvar essa compreensão.

Na verdade, o Brasil e o Supremo Tribunal perdemos todas/os um tempo precioso. Tempo que podia ser utilizado para discutir questões mais complexas, urgentes e mais relevantes. É inadmissível, que em pleno século XXI, num país laico e democrático, as principais instituições nacionais tenham que se pronunciar sobre algo tão cristalino, como o direito (e o dever) de manipular embriões - que de outra feita seriam inutilizados - para realizar pesquisa científica.

A tradição iluminista nos legou a razão como explicação dos fenômenos; verdadeiro símbolo da modernidade. Esta racionalidade tinha como objetivo central combater a explicação do mundo pela religião. Dois são os elementos fundantes desta modernidade: a secularização e a laicidade. A secularização é o mundo explicado pela razão e não por meio de misticismo. Tudo poderia ser entendido tornando assim possível agir sobre o mundo para transformá-lo. A laicidade é a separação do Estado e da Igreja.

A secularização, portanto, nos remete à modernidade democrática e à ruptura com o passado feudal, e, no Brasil, com o passado colonial e imperial. É simples. Os cidadãos e o Estado brasileiro não são regidos por preceitos religiosos medievais. Democracia pressupõe respeito a qualquer manifestação ou mesmo a qualquer fervor metafísico.

Mas, pressupõe, simultaneamente, a circunscrição das crenças religiosas ao espaço privado. Sem influências na esfera governamental, jurídica ou política.

Isso significa que há um pacto estabelecido. As políticas públicas são definidas por meio do debate (que se pretende sempre o mais democrático) ancorado em argumentos racionais, seculares e científicos. Um Estado laico não legisla informado por crenças sobrenaturais - muito menos por dogmas cristãos.

Ao tentar impugnar legislação aprovada pelo parlamento brasileiro que autorizou as pesquisas com células-tronco embrionárias, lastreados apenas em convicções morais advindas de concepções confessionais particulares, os religiosos que assim procedem extrapolam o princípio (e o espaço) secular, pois operam para influir em políticas universais, políticas de Estado. Ignoram o princípio laico da diversidade cultural e da racionalidade na esfera das disputas democráticas.

Essa é uma questão que ganha importância cada vez maior no Brasil. Há uma ofensiva conservadora, político-religiosa, de diversos grupos evangélicos e católicos fundamentalistas, que objetiva influenciar decisivamente na legislação e nas políticas públicas brasileiras. Uma ofensiva anti-democrática porque anti-laica.

Aqueles que se agrupam em "bancadas evangélicas" ou "bancadas cristãs" – pretensamente "em defesa da vida" - estão atentando contra a laicidade de nossa tênue democracia, pois foram eleitos para parlamentos que representam todo povo brasileiro, não apenas os que confessam determinada fé. Ademais, ao transpor para o Congresso dogmas teístas, essas pessoas atentam contra o próprio caráter diverso e democrático das instituições, que não se regem por princípios bíblicos e, sim, pela Constituição.

Há vários outros exemplos da influência conservadora e retrógrada dos evangélicos e católicos fundamentalistas na política brasileira. Por exemplo, os que se opõe a qualquer legislação que reconheça direitos dos homossexuais são, em geral, esses mesmos obscurantistas que não admitem pesquisas com embriões. E, não casualmente, são também os maiores adversários de qualquer iniciativa legislativa que garanta os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, que aguardam, há anos, a aprovação do aborto legal e seguro, amparado pelo sistema público de saúde.

Na verdade, há uma dimensão intrinsicamente autoritária nesta contaminação da esfera pública pelo discurso religioso. Afinal, nem a já aprovada lei de biossegurança (que libera as pesquisas com embriões), nem a proposta de descriminalizar o aborto e tratá-lo como problema de saúde pública, nem o casamento gay são normas - atuais ou futuras - que obrigam cidadãs/os a realizar atos contrários às suas convicções íntimas. Nenhum/a católica/o vai ser obrigada/o a doar embriões, realizar abortos ou abençoar uniões homossexuais. Trata-se de extensão de direitos e liberdade de pensamento. Leis que ampliam possibilidades, não que as restringem.

Portanto, por mais que em uma primeira vista esse possa parecer um debate extemporâneo ou até mesmo uma implicância banal, o que se pretende aqui é reafirmar um princípio estruturante de qualquer democracia liberal, de qualquer República, de qualquer sociedade moderna. É garantir o apartamento da esfera pública da catequese religiosa e do obscurantismo metafísico, ao mesmo tempo em que é assegurada a mais ampla liberdade de crença, incluindo especial proteção para religiões não-hegemônicas, como as de matriz africana.

Reafirmar a liberdade das pesquisas científicas baseadas numa ética pública; defender os direitos humanos dos GLBT (gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais) e assegurar os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, passa, hoje, no Brasil, por um enfrentamento duro com o fundamentalismo religioso. Passa por uma demarcação rígida entre os espaços da fé (privada) e do debate democrático (público). Não é casual o fato de que assistimos multiplicarem-se com desenvoltura as ações de bancadas evangélicas.

Ou que a própria campanha da fraternidade deste ano seja mera repetição dos dogmas de Bento XVI, uma verdadeira derrota para os progressistas católicos.

Nenhum regime democrático pode se fazer refém de religiões ou de suas idiossincrasias. Isso é totalmente medieval: simplesmente bárbaro. Garantir a laicidade do Estado parece pouco ou mesmo trivial, mas, infelizmente, não é. É uma luta entre objetivos civilizatórios e a barbárie.

Falamos, portanto, de uma tarefa contemporânea dos progressistas em geral, e do/as socialistas em particular, historicamente os maiores defensores da secularização. Arregacemos as mangas, então, porque os padres e pastores estão abandonando altares e púlpitos e tornando-se legisladores e juizes.

domingo, 14 de junho de 2009

SHAKE GOSPEL - O EVANGELHO DA MISTURA



Este vídeo nos faz refletir. Tire sua conclusão. Até que ponto é valido misturar as coisas? A semelhança de um shake, o evangelho está ficando cada dia mais turbinado!

terça-feira, 9 de junho de 2009

EU PENSEI QUE JÁ TINHA VISTO QUASE TUDO! O INCRÍVEL MINISTÉRIO "FLIRT TO CONVERT"



“Sou sensual e quero usar minha beleza para salvar homens do inferno.”

O bizarro anúncio faz parte da estratégia do ministério Namorar para Salvar e é como Tamara, uma morena de 29 anos, se apresenta para divulgar uma maneira bem heterodoxa de cumprir a grande comissão de Cristo. Dizendo-se “uma mulher cristã que ama Jesus e se importa com todos os seres humanos, mesmo os ímpios”, ela conclama outras mulheres para sua cruzada em favor da “salvação” de almas pelo sexo.

Tâmara criou uma página na web para atrair o que chama de “missionários namoradores”, cuja missão seria se envolver sexualmente com pessoas do outro sexo para “santifica-las”. A base bíblica da coisa, se é que se pode chamar assim, é uma leitura torta do texto de Romanos 12.1:”Rogo-vos, pois, irmãos, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo”.

“Desde que nossos corpos são templos do Espírito Santo [conforme I Coríntios 6.19], faz sentido que devamos usar nossos lindos corpos para glorificar o nome do Senhor através do namoro, e o Espírito fará o resto, uma vez que Ele é a parte mais forte em nós. Essa é a melhor maneira de começar o trabalho”, continua Tamara, que segundo o site vive em Oakland, na Califórnia (EUA). Ela aparece em uma foto bem sugestiva.

“Queremos não só pegar caras fogosos (como só poderiam fazer direito meninas crentes sensuais), mas espero que possamos levá-los a Deus e ajudá-los a obter a salvação. Eu já organizei algumas dicas para ajudar você a começar, passo a passo. Jesus está salvando através do contato intimo com caras do mundo”, diz a inacreditável “missionária”.

O ministério tem sites na internet (www.flirttoconvert.com e www.datetosave.com, ambos em inglês) e oferece camisetas e outros materiais de apoio para quem deseja aderir. A iniciativa faz lembrar a seita dos Meninos de Deus, que alcançou grande projeção nos anos 1960 e 70, em plena contracultura, cujas práticas espirituais incluíam o amor livre como forma de atrair outros jovens para o movimento.

Fonte: Cristianismo Hoje

quarta-feira, 3 de junho de 2009

PERSEGUIDOS PELO AMOR À CRISTO



Estatísticas básicas sobre religião no mundo:

De cada 100 pessoas ...

- 19 são muçulmanos (o islamismo é a religião que cresce mais rápido)
- 18 não têm religião ou são ateus
- 17 são católicos
- 17 são cristãos não-católicos (ortodoxos, anglicanos, protestantes, evangélicos, pentecostais)
- 14 são hindus
- 6 são budistas

Perseguição contra cristãos

- 1 em cada 3 cristãos sofre perseguição
- 1 em cada 10 pessoas é um cristão perseguido.

Ranking da perseguição contra os cristãos em 2009

POSIÇÃO - PAÍS - NOTA - OBSERVAÇÃO
1 Coreia do Norte 90,5 Perseguição Severa
2 Arábia Saudita 67 Opressão
3 Irã 67 Opressão
4 Afeganistão 63 Opressão
5 Somália 60,5 Opressão
6 Maldivas 60 Opressão
7 Iêmen 57,5 Opressão
8 Laos 55 Limitações Severas
9 Eritreia 55 Limitações Severas
10 Uzbequistão 54,5 Limitações Severas
11 Butão 53,5 Limitações Severas
12 China 52 Limitações Severas
13 Paquistão 51 Limitações Severas
14 Turcomenistão 50 Limitações Severas
15 Comores 50 Limitações Severas
16 Iraque 49 Limitações Severas
17 Catar 48 Limitações Severas
18 Mauritânia 48 Limitações Severas
19 Argélia 46,5 Limitações Severas
20 Chechênia 46 Limitações Severas
21 Egito 45,5 Limitações Severas
22 Índia 45 Limitações Severas
23 Vietnã 42,5 Limitações Severas
24 Mianmar 41,5 Limitações Severas
25 Líbia 41 Limitações Severas
26 Nigéria (Norte) 41 Limitações Severas
27 Azerbaijão 39,5 Algumas Limitações
28 Omã 39,5 Algumas Limitações
29 Brunei 38,5 Algumas Limitações
30 Sudão (Norte) 36,5 Algumas Limitações
31 Zanzibar 36 Algumas Limitações
32 Kuweit 36 Algumas Limitações
33 Cuba 35,5 Algumas Limitações
34 Tadjiquistão 35 Algumas Limitações
35 Emirados Árabes Unidos 35 Algumas Limitações
36 Sri Lanka 34,5 Algumas Limitações
37 Jordânia 34,5 Algumas Limitações
38 Djibuti 34 Algumas Limitações
39 Turquia 33 Algumas Limitações
40 Marrocos 32,5 Algumas Limitações
41 Indonésia 30,5 Algumas Limitações
42 Palestina 29,5 Algumas Limitações
43 Bangladesh 29 Algumas Limitações
44 Belarus 28 Algumas Limitações
45 Etiópia 28 Algumas Limitações
46 Síria 28 Algumas Limitações
47 Tunísia 26,5 Algumas Limitações
48 Barein 26 Algumas Limitações
49 Quênia (Nordeste) 24,5 Alguns Problemas
50 Cazaquistão 22 Alguns Problemas

Fonte: www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 1 de junho de 2009

CRISTÃOS PERSEGUIDOS - O MÍNIMO QUE EU POSSO FAZER É ORAR POR ELES







O QUE É O DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA?

O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) foi criado pelo Irmão André, fundador da Portas Abertas, com o objetivo de unir cristãos em torno de um só motivo: nossos irmãos que pagam um alto preço por sua fé.

A data varia de ano em ano, pois é marcada para o domingo seguinte ao de Pentecostes. Esse critério foi adotado porque, no relato bíblico em Atos 4, o início das perseguições aos cristãos acontece logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, pode-se dizer que essa foi a "fundação" da Igreja Perseguida.

ORGANIZADORES VOLUNTÁRIOS MOBILIZANDO IGREJAS PARA O DIP

Em 2008, 1.719 igrejas brasileiras participaram do DIP. Essa mobilização só foi possível graças à ação de voluntários – pessoas que conhecem a causa da Igreja Perseguida e se prontificam a divulgar, em suas igrejas e comunidades, as necessidades dos nossos irmãos perseguidos.

Em 2009, o DIP acontecerá no dia 7 de junho. Precisamos de sua ajuda para envolver um número maior de participantes. Até que todas as igrejas brasileiras conheçam a realidade dos cristãos perseguidos, não podemos nos acomodar!

Nos meses que antecedem o DIP, a Revista Portas Abertas publica suplementos e testemunhos que servirão de ferramenta para o organizador. Se você ainda não recebe a revista, veja aqui como é fácil tê-la todos os meses em sua casa.

UM DIA INTEIRO DE ATIVIDADES: você escolhe a melhor para sua igreja

Um dia inteiro dedicado à oração e à lembrança desses irmãos que sofrem por sua fé! Irmãos que são exemplo de perseverança e de amor ao nosso Deus. As classes de escola dominical, as reuniões dos departamentos e os cultos desse dia poderão ser inteiramente dedicados ao DIP.

Esta é uma oportunidade para envolver adultos, jovens, adolescentes e crianças da Igreja brasileira com a Igreja Perseguida. E isso é feito por meio da oração e do relato de histórias e variadas situações vividas por nossos irmãos perseguidos.

Saiba mais sobre este assunto em www.portasabertas.org.br