quarta-feira, 30 de junho de 2010

CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO CRISTÃ

Fico feliz ao ver o desenvolvimento da educação teológica, não só em nossa denominação, mas, na igreja em geral. Logo no início do reconhecimento dos cursos teológicos pelo Ministério da Educação, várias críticas aconteceram, mas aos poucos vão cessando. O importante é a igreja investir em educação, como fator primordial para o seu crescimento.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

A SOCIEDADE CONFIA MAIS NOS BOMBEIROS DO QUE NA IGREJA



A pesquisa de 2010 foi realizada de 1 a 29 de março, com 18,8 mil pessoas, sendo mil brasileiras. Em 2009, foram 17,2 mil entrevistados (mil brasileiros).

Participaram das pesquisas de 2009 e de 2010 Brasil, EUA, Itália, França, Espanha, Índia, Suécia, Colômbia, Portugal, Bélgica, Reino Unido, Alemanha, Polônia, Romênia, Bulgária, República Tcheca e Hungria. Em 2009 também participaram Grécia, Rússia e Suíça. Em 2010, entraram Holanda e Turquia.

Interessante nesta pesquisa, que a igreja não ocupa as primeiras posições. A confiança da sociedade em outras instituições é maior.





Fonte: http://uolpolitica.blog.uol.com.br/arch2010-06-20_2010-06-26.html

domingo, 20 de junho de 2010

A DIETA DE JESUS



Livro de especialista brasileira usa a alimentação da época de Jesus como referência para os dias de hoje. E garante que a dieta de Cristo é perfeita - e muito saudável -para a vida contemporânea.

Um dos episódios bíblicos mais célebres fala do milagre que Jesus teria feito, ao multiplicar um punhado de cinco pães e dois peixes, para que uma multidão de 5 mil homens - sem contar mulheres e crianças - comesse à vontade. Tivesse ocorrido nos dias de hoje, talvez a milagrosa multiplicação fosse de Big Macs ou pizzas. Mas no tempo de Jesus os hábitos alimentares eram outros, muito mais saudáveis. Não havia agrotóxicos, frituras, refrigerantes e fast food era temperar um peixe fresco com sal e azeite e deixá-lo assar na fogueira por uns minutos. E o pão, um dos alimentos mais antigos da Humanidade e amplamente citado na Bíblia, era totalmente diferente do que compramos todos os dias na padaria.

E é exatamente sobre os pratos servidos à mesa e ingredientes utilizados na época de Cristo que trata o livro “A Dieta de Jesus”, da bioquímica Heloísa Bernardes, 65 anos, formada na Expansion Biologique, na França, especialista em medicina e alimentação ortomolecular. “Ter uma alimentação saudável, seguindo referências da época de Jesus, pode parecer complicado. Mas não é”, afirma a pesquisadora. Confira, a seguir, a entrevista exclusiva que Heloisa concedeu a ISTOÉ Online.

ISTOÉ Online: Como a senhora começou as pesquisas para este livro?

HELOISA BERNARDES: Tudo começou quando eu pesquisava a história de Pompéia, a cidade italiana destruída por uma erupção do vulcão Vesúvio. Durante esse trabalho, fiquei sabendo que as cinzas do Vesúvio conservaram restos milenares dos costumes alimentares da cidade, na época de Jesus. Do cardápio dos moradores, constavam ovos, azeitonas, ostras, aves, caças, legumes e verduras, como repolho, rabanete, cebola e abóbora. Além de azeite e vinho, produzidos na própria região. Havia até o preparo de presuntos e linguiças. E para acompanhar tudo isso, polenta e grãos. Há até vestígios de uma gastronomia sofisticada, com o uso de ingredientes como nozes e amêndoas no prato principal.

ISTOÉ Online: Como e em que, exatamente, a dieta de Jesus pode melhorar a vida de alguém nos dias de hoje?

HELOISA: Em todos os sentidos. Na época de Jesus, por exemplo, os alimentos eram naturais, preparados com pouco cozimento e, o mais importante, sem as enormes quantidades de sódio que temos hoje em dia. Uma dica simples e fácil de ser seguida é trocar o sal por temperos naturais, como manjericão, alho, tomilho e orégano, por exemplo. Só com essa mudança, qualquer pessoa já perceberá melhora em vários fatores, como redução de colesterol e perda de peso.
Alimentação vegetariana de Adão a Noé. Abel era pastor de ovelhas. E caim, lavrador. Se criavam ovelhas, certamente comiam a carne. Não?

ISTOÉ Online: Quais as maiores diferenças entre o pão que Jesus comia e o que compramos hoje nas padarias?

HELOISA: É totalmente diferente. O pão que Jesus e seus discípulos comiam era semelhante ao pão árabe de hoje. Era muito mais saudável e nutritivo do que o que compramos nas padarias atualmente. O pão da época de Cristo tinha cerca de 500 mg de magnésio. Hoje, os pães têm, em média, menos de 50% de magnésio, ou seja, 10% do que nos dias de Jesus. O pão que as pessoas ingeriam naquela época levava ingredientes como lentilha e grão-de-bico, e nada de fermento. Por tudo isso, era mais nutritivo do que dez pães de hoje em dia.

ISTOÉ Online: O vinho também é amplamente citado na Bíblia. Inclusive, o primeiro milagre de Jesus é justamente a transformação de água em vinho, durante um casamento. O vinho que consumimos hoje é parecido com o que Cristo tomava?

HELOISA: Nem um pouco. O vinho da época de Jesus tinha mais água e menos álcool do que atualmente. E os vinhos daquela época não eram feitos apenas com uvas. Há registros do uso de figos em vinhos, por exemplo. Por outro lado, o sabor do vinho de hoje é muito melhor. Nos dias de Cristo, o vinho ficava em barris de madeira, com resina. Certamente, a bebida pegava um pouco do gosto da resina. Além disso, é sabido atualmente que também era muito comum a adição de água do mar no preparo do vinho. Ou seja, não era a bebida mais saborosa do mundo. Hoje em dia, o recomendável é que um homem beba até duas taças de vinho por dia. Para as mulheres, o ideal é uma taça. O vinho tinto, se ingerido sem exageros, pode ajudar a emagrecer, por ter propriedades termogênicas, que auxiliam na queima de calorias.

ISTOÉ Online: No seu livro (“A Dieta de Jesus”), a senhora reforça que a gula é um dos grandes pecados do homem. Como podemos resistir às tentações da carne?

HELOISA: (risos) Essa parte é mais difícil. Exige disciplina. Uma ótima dica é comer fibras antes das refeições. As fibras dão sensação de saciedade rapidamente. Comer um pão com um pouco de azeite antes do almoço, por exemplo, certamente fará com que você coma menos na refeição principal. Comer uma barra de cereal, sem mel nem chocolate, antes do jantar também ajuda.

ISTOÉ Online: Quando falamos em “dieta de Jesus”, é bom lembrar que essa dieta também incluía exercícios físicos, certo?

HELOISA: Com certeza. Na época de Cristo, quase todo mundo praticava exercícios naturalmente, por necessidade ou profissão, como era o caso dos pescadores e agricultores. Não havia carros, ônibus, metrô. As pessoas tinham de caminhar. Hoje em dia, é tudo diferente. E nem todo mundo tem disciplina para praticar exercícios físicos, o que seria o ideal. Mas sempre há coisas simples que podemos fazer em relação a isso. Caminhar 30 minutos três ou quatro vezes por semana já ajuda bastante. Esquecer o elevador duas ou três vezes por semana também é bom. São coisas simples, mas que fazem a diferença.

ISTOÉ Online: No seu livro (“A Dieta de Jesus”), a senhora reforça que a gula é um dos grandes pecados do homem. Como podemos resistir às tentações da carne?

HELOISA: (risos) Essa parte é mais difícil. Exige disciplina. Uma ótima dica é comer fibras antes das refeições. As fibras dão sensação de saciedade rapidamente. Comer um pão com um pouco de azeite antes do almoço, por exemplo, certamente fará com que você coma menos na refeição principal. Comer uma barra de cereal, sem mel nem chocolate, antes do jantar também ajuda.

Fonte: http://www.istoe.com.br/reportagens/34643_O+PAO+NOSSO+DE+CADA+DIA

terça-feira, 15 de junho de 2010

O RANKING DO BULLYING NO BRASIL



Há algum tempo, venho alertando em palestras especiais para jovens, adolescentes e pais, os perigos do bullying. Grande parte dos pais nem imagina o que seja isso. Já encontrei várias situações de jovens da igreja envolvidos. Postei também, no ano passado, aqui neste blog, uma referência aos perigos de games de bullying. Abaixo, reproduzo a matéria do Jornal Gazeta do Povo, de 15/06/10:

Pesquisa realizada pelo IBGE apontou Brasília como a capital do bulliyng. Segundo o estudo, 35,6% dos estudantes entrevistados disseram ser vítimas constantes da agressão. Belo Horizonte, em segundo lugar com 35,3%, e Curitiba, em terceiro lugar com 35,2 %, foram, junto com Brasília, as capitais com maior frequência de estudantes que declararam ter sofrido bulliyng alguma vez.

O bullying compreende comportamentos com diversos níveis de violência que vão desde chateações inoportunas ou hostis até fatos agressivos, sob forma verbal ou não, intencionais e repetidas, sem motivação aparente, provocado por um ou mais estudantes em relação a outros, causando dor, angústia, exclusão, humilhação e discriminação.

A população-alvo da pesquisa foi formada por estudantes do 9º ano do ensino fundamental (antiga 8ª série) de escolas públicas ou privadas das capitais dos estados e do Distrito Federal. O cadastro de seleção da amostra foi constituído por 6.780 escolas.

Durante a pesquisa, foi feita a seguinte pergunta aos estudantes: "Nos últimos 30 dias, com que frequência algum dos seus colegas de escola te esculacharam, zoaram, mangaram, intimidaram ou caçoaram tanto que você ficou magoado, incomodado ou aborrecido?”

Os resultados mostraram que 69,2% dos estudantes disseram não ter sofrido bullying. O percentual dos que foram vítimas deste tipo de violência, raramente ou às vezes, foi de 25,4% e a proporção dos que disseram ter sofrido bullying na maior parte das vezes ou sempre foi de 5,4%.

No ranking das capitais com mais vítimas de bullying, aparecem ainda Vitória, Porto Alegre, João Pessoa, São Paulo, Campo Grande e Goiânia. Teresina e Rio Branco estão empatadas na 10ª posição. São Paulo ocupa a 7ª posição.

Palmas apresenta o melhor resultado da pesquisa. Na capital do Tocantins, 26,2 % dos estudantes afirmaram ter sofrido bullying. Em seguida, estão Natal e Belém, ambas com 26,7%, e Salvador, com 27,2%.

Providências

Em Brasília, o maior número de casos ocorreu nas escolas particulares: 35,9%, contra 29,5% nas escolas públicas. Segundo a pesquisa, o bullying é mais frequente entre os estudantes do sexo masculino (32,6%) do que entre os escolares do sexo feminino (28,3%).

Para combater o problema, o governo do Distrito Federal (GDF) criou Conselhos de Segurança nas escolas. “Vamos resolver os nossos conflitos tendo como mediadores os nossos colegas, professores e os pais”, disse a subsecretária de Educação Integral Ivana Santana Torres. "Os estudantes também estão recebendo aulas de respeito à diversidade. Mas o resultado disso precisa também da vigilância dos pais", completou.

“Nós temos prestado atenção nisso, nós temos o Observatório da Violência nas escolas particulares, temos capacitado os professores, pais e alunos para essa questão do bulliyng”, afirmou a presidente dos Estabelecimentos Particulares de Ensino Amábile Pácios.

Fonte: Jornal Gazeta do Povo - 15/06/2010, disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1014344&tit=Curitiba-e-a-3-capital-com-maior-frequencia-de-bullying-diz-pesquisa-do-IBGE.
Acesso em 15/06/2010.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

ENCONTRO DAS TOCHAS NO MONTE E OS CRENTES "PIÕES"

“Triste tempo em que os reformados precisam de renovo, e os renovados precisam de reforma”.

Vinícius Pimentel



quarta-feira, 9 de junho de 2010

UNÇÃO DO CELULAR



A criatividade continua ...

sábado, 5 de junho de 2010

DEUS E WOODY (Toy Story) SÃO A MESMA COISA



O filósofo argentino Alejandro Rozitchner defende uma educação ateísta a seus três filhos e diz já saber o que falar quando um deles lhe perguntar sobre Deus. "Vou dizer que é um personagem como o Buzz Lightyear ou o Woody do Toy Story." Ele e a mulher, a psicoterapeuta Ximena Ianantuoni, escreveram o livro Filhos sem Deus, recém-lançado no Brasil.

Andrés é uma criança de apenas cinco anos, mas seu pai, o argentino Alejandro Rozitchner, de 47, já sabe o que dizer ao filho quando ele lhe perguntar pela primeira vez sobre a existência de Deus. “Vou explicar que Deus é só uma idéia criada pelos homens como uma necessidade de explicar o mundo. E que, por isso, não deixa de ser um personagem, tal como o Buzz Lightyear ou o Woody do Toy Story (desenho animado dos estúdios Disney-Pixar).”

Rozitchner e sua mulher, Ximena Ianantuoni, de 37, não querem traumatizar o filho mais velho (eles têm outros dois: Bruno, de 2 anos, e Félix, de 5 meses). Até porque ele é filósofo e ela, psicoterapeuta especializada em crianças. Os dois são ateus e defendem a liberdade de criar seus filhos sem a influência de qualquer religião, apesar de ele vir de uma família judia e ela, de uma católica. Por isso, desde o começo o casal quer mostrar a eles uma visão atéia do mundo. "As pessoas sempre educam os filhos de acordo com suas crenças. Nós vamos educá-los por nossas convicções. E achamos que a fé não é algo saudável para eles", afirma Rozitchner, que se refere aos filhos como "os três ateuzinhos".

O casal, que vive em Buenos Aires, não teve medo de expor suas idéias e publicou no ano passado o livro Filhos sem Deus – Ensinando à Criança um Estilo Ateu de Viver. A obra chega agora às livrarias brasileiras em uma edição da Martins Fontes – o lançamento foi na Bienal do Livro, encerrada no dia 24. Além disso, os dois mantêm blogs na internet, onde divulgam suas idéias – 100Volando, de Alejandro, e Vamosviendo, de Ximena.

Em entrevista a ÉPOCA, os dois dizem por que são favoráveis a uma educação ateísta, mesmo respeitando os que optam pelo ensino religioso, e supõem que haja mais ateus na sociedade do que se imagina.

ÉPOCA – Vocês já pensaram o que vão dizer a seus filhos quando eles perguntarem pela primeira vez sobre Deus?

Rozitchner - Vou explicar que Deus é só uma idéia criada pelos homens como uma necessidade de explicar o mundo. E que, por isso, não deixa de ser um personagem, tal como o Buzz Lightyear ou o Woody do Toy Story. Por mais que eu respeite quem dá aos filhos uma educação religiosa, nada me faz demover da idéia de que a fé é algo daninho, pouco saudável. Enfim, vou falar a minha verdade. Que Deus é uma idéia um tanto primitiva, uma figura cuja existência faz com que as pessoas nunca sejam totalmente donas de si e responsáveis por seus atos.

ÉPOCA – Essa posição não impede que seus filhos tenham liberdade para se interessar por alguma religião?

Rozitchner – É claro que vamos conduzir nossos filhos para uma forma ateísta de ver a vida, mas as pessoas sempre educam os filhos de acordo com suas crenças. Nós vamos fazer o mesmo: educá-los por nossas convicções. Não me parece que na escola isso vai ser algo problemático para eles. O tema tem de ser conduzido com naturalidade. Só assim eles podem se acostumar com os pais que têm.

ÉPOCA – Em que tipo de escola estuda seu filho mais velho? Foi escolhida a dedo?

Ximena – Sim. É um jardim de infância privado e laico, que aceita alunos cujos pais seguem qualquer credo – e os que não seguem nenhum. Nessa escola a religião simplesmente não é um tema discutido dentro da sala de aula. Mas essas instituições ainda são poucas em Buenos Aires, e caras. É um fenômeno recente. Muitos colégios, principalmente os públicos, oferecem o catecismo como um currículo extra. Vivemos numa sociedade muito necessitada de algo que ordene a educação, e a religião cumpre esse papel.

Rozitchner - Eu não matricularia meus filhos em uma escola religiosa. Em Buenos Aires a educação pública vê a religião como um componente importante.

ÉPOCA – Para quem é destinado o livro?

Rozitchner – Muitas pessoas me agradeceram porque enxergaram no livro uma chance de encontrar argumentos para esclarecer sua posição e dar uma formação a suas crianças sem o vínculo da religião. Eles identificaram algo que já tinham em mente, mas não conseguiam expressar. Acredito que exista muita gente que é atéia e não tem consciência disso. Diz que acredita em Deus por costume, mas, se você confronta essas pessoas sobre a questão, elas acabam admitindo que Deus não é algo que lhes importe no dia-a-dia.

ÉPOCA – Houve críticas ao livro por parte de grupos religiosos na Argentina? O que vocês esperam da reação aqui no Brasil?

Rozitchner - O livro não causou nenhum escândalo na Argentina, mesmo para a Igreja. Ninguém se indignou. Acredito que isso é decorrência de uma sociedade mais ampla. Há extremistas, mas eles não são a maioria. O mais comum é uma fé tolerante. Não conheço a fundo o Brasil, mas imagino que a reação não vá ser muito diferente. No livro, não pretendemos converter ninguém ao ateísmo. Respeitamos muito quem tem uma religião. Só queremos ter o direito a dar uma educação ateísta.

ÉPOCA – No Brasil, uma lei estabelece a obrigatoriedade do ensino religioso nas escolas públicas. Qual a sua opinião sobre esse tipo de norma?

Ximena – Acredito que seja algo negativo, porque não dá a possibilidade às crianças de perguntarem coisas como a origem do Universo e o que ocorre depois da morte. São questões para as quais, num ensino guiado pela religião, as respostas são inflexíveis. Isso intimida o aluno.

ÉPOCA – A senhora se “converteu” ao ateísmo. Como foi isso?

Ximena – Quando eu tinha 16 anos, por aí, comecei a ganhar responsabilidades na vida, passar por algumas experiências que me fizeram duvidar de Deus. E fui me dando conta de que não havia uma figura divina. O sentido da vida mudou totalmente para mim. Percebi que a chave do cotidiano era viver o presente sem fugir de suas obrigações, sem delegar a um ser superior. Conheci o Alejandro só com 25 anos e logo me identifiquei com a sua perspectiva de vida. Ele não me "converteu", mas nosso relacionamento deixou mais claro para mim o que era uma visão ateísta do mundo.

Fonte: Juliano Machado. Revista Época de 01.09.2008 - Edição 537

quarta-feira, 2 de junho de 2010

CARTA ABERTA - MULHERES PEDEM FIM DO CELIBATO PARA PADRES



Carta de mulheres de padres pede fim de celibato ao Vaticano.

Um grupo de mulheres que tiveram ou ainda têm relacionamento com padres católicos, divulgaram uma carta aberta que enviaram ao Vaticano, pedindo a Bento XVI o fim do celibato para padres.

Cerca de 40 mulheres italianas formam o grupo. Elas se conheceram e se comunicam pela internet, dividindo experiências e orientações, mas a maioria prefere manter a identidade sob sigilo.

Representando o grupo, 10 mulheres escreveram a carta, pedindo que torne opcional o celibato. Apenas três destas assinaram: Antonella Carisio, Maria Grazia Filipucci e Stefania Salomone.

"Estamos acostumadas a viver de forma anônima [...] vivemos diariamente o medo e as inseguranças dos nossos homens, suprindo suas carências afetivas e sofrendo as consequências da obrigação do celibato", trecho da carta enviada a imprensa italiana.

Casos de relacionamento com padres é bastante comum, segundo Stefania Salomone, os superiores não se interessam em impedir que padres se encontrem com mulheres ou homens, desde que não seja divulgado e quando ocorre de vir a púlico eles são transferidos.

O grupo tem apoio de movimentos que defendem o fim do celibato, como a associação dos padres casados e o movimento internacional "Nós somos Igreja".

Fonte: http://www.pop.com.br/popnews/noticias/mundo/351272-Carta_de_mulheres_de_padres_pede_fim_de_celibato_ao_Vaticano.html