quarta-feira, 16 de março de 2011

Quando o voto é um erro?

Quando o voto beneficia uma minoria e não a coletividade – Na questão em apreço, precisamos pensar conscientemente se estamos com uma visão clara da situação, para que não incorramos no erro de apoiar uma pessoa que representará uma pequena minoria favorecida em detrimento de uma maioria prejudicada. Pergunte-se: quem será beneficiado se fulano ganhar? – Se for a Igreja, a coletividade, então confirme seu voto.

Quando a conseqüência do voto é ganhar algo em troca – Umas das questões mais limpas, ou pelo menos deveria ser, é a democracia. Onde cada pessoa pode expressar sua opinião de forma livre, desimpedida e com motivações genuínas. Mas o inverso da democracia é imposição, ou a barganha, como se diz vulgarmente, “voto de cabresto”. Mas o que há de ser isto? – Quando você é obrigado a votar por coerção, por imposição de alguém que está acima de você, a liberdade foi afugentada e não é você que exerce o voto, mas um terceiro que o manipulou. E o que dizer dos que votam em A ou B, pela livre e espontânea pressão da compra, do suborno ou de promessas miraculosas. Vote sim, mas vote com dignidade. Não troque seu voto por um prato de lentilhas frias, belas aos olhos, mas difícil de degustar.

Quando o voto é realizado sem oração – A Bíblia recomenda que devemos orar em todo tempo, e diante de um evento de tamanha magnitude, a oração é um ingrediente indispensável. Precisamos orar e pedir oração. A oração é a mais poderosa arma que o crente possui. Até porque, não estamos escolhendo um governo secular, mas um homem de Deus, que governará com autoridade divina e debaixo da direção de Deus. Seu escolhido é um homem de oração? Seu voto vai para alguém que estimule o povo a orar? – Pense nisso!

Quando o candidato não se enquadra no crivo da Palavra – O candidato escolhido para receber seu voto, deve ser uma pessoa que esteja apta a ser provada pelo crivo da Palavra de Deus. O perfil do mundo, a campanha do mundo e postura dos mundanos é totalmente diferente da proposta bíblica. O homem de Deus se destaca pelas evidencias do Evangelho em sua vida. Como agiria Jesus diante desta situação? Qual candidato mais se assemelha a Jesus e a sua Palavra? Qual candidato tem vivido a Palavra? Qual candidato ama mais a Palavra e a propaga através do Ensino e Ministrações?

Quando Deus não é glorificado – A Bíblia é muito clara quando expressa que tudo que fazemos deve ser para glorificar a Deus. Como também que, nossos atos devem glorificar ao Senhor. Se algum candidato estiver buscando a gloria para si mesmo, denota sua incapacidade para tal cargo. Se ele, ou sua assessoria, usa do expediente para ameaçar, amedrontar ou mesmo fazer terrorismo, revela o perfil de pastor que lhe pastorear. Procure um homem crente, glorifique a Deus. E tenha a consciência limpa, que ao chegar no céu, poderá se encontrar com Deus e revelar com quem irá se associou, pois votar é concordar, aceitar, compactuar. Não faça como Pilatos que lavou as mãos, assuma a responsabilidade como homem e mulher de Deus.

Quando procuramos a comodidade ao invés de integridade – Quando votamos com motivações erradas, estamos votando errado. Desejar conforto, cuidado, sustento, e todas as demais necessidades supridas é legítimo, mas buscar isso de forma espúria, egoísta e tirana é contrário a vontade do Senhor. Quando o candidato promete circunstâncias que venham nos favorecer afim de que tenhamos regalias e outros membros do corpo não, estamos errados. O correto é votar em alguém tenha um coração segundo o coração de Deus. Pesquise com pessoas próximas, as quais viveram anos atrás com seu candidato ou ainda vivem, faça uma avaliação ampla e saberás se o mesmo possui integridade para receber seu voto.

Quando se vota pela aparência e não pela essência – A sociedade pós-moderna vive alguns conflitos, dentre eles o conflito entre essência e aparência. Escolher a aparência é um equivoco e distorção do verdadeiro significado. Quando priorizamos o que nos é melhor num primeiro momento, sem uma avaliação mais apurada, nem analise mais refinada, sem um crivo mais introspectivo, estamos sendo vulneráveis ao erro e as conseqüências deste erro. Alguns, diante da pressa e precipitação, estão prestes a comprar gato por lebre. A Palavra de Deus afirma que o precipitado, peca. Não sejamos meninos na fé, mas analisemos tudo, retendo o que for genuinamente bom e santo.

Fonte: www.ivantadeu.com.br

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