segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

A verdade sobre o Carnaval



Um vídeo ousado e verdadeiro.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Não leve seus inimigos para cama


Nem todo sono é reparador. Levar os problemas do trabalho para a sua cama é trair a sua paz.
E se você levar seus inimigos para debaixo do lençol é pior ainda. Fica mais barato perdoá-los, mesmo que eles não mereçam. Faça isso por você. Muitos não precisam assistir aos filmes de terror para se assustar. Quando se deitam, sua mente pensa em tantos problemas que já vivem um teatro de pavor. Na psiquiatria, o perdão é a energia dos fortes, e a mágoa dos fracos. Você é forte ou fraco?

Obs.: Apesar de ser crítico de Augusto Cury, por sua ênfase ao Cristo histórico, e não ao Cristo Salvador (Messias), o texto acima não deixa de ser uma realidade.


Fonte: Dez Leis para ser Feliz - Augusto Cury

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CPAD lança livro "Planejamento e Gestão Eclesiástica" de autoria do Pr. Wagner Gaby e Pr. Eliel Gaby



A CPAD - Casa Publicadora das Assembléias de Deus, lançou o livro de autoria do Pr. Wagner Gaby e do Pr. Eliel Gaby, "Planejamento e Gestão Eclesiástica".

Administrar é um processo que envolve planejamento, organização, direção e controle, com a finalidade de promover o bom uso dos recursos.

Administrar é saber utilizar princípios, técnicas e ferramentas administrativas; saber decidir e solucionar problemas; saber lidar com pessoas; comunicar eficientemente, conduzir mudanças, obter cooperação e solucionar conflitos.

Ter uma visão sistêmica e global da estrutura da organização; ser proativo, ousado e criativo; ser um bom líder; gerir com responsabilidade.

Na busca por uma administração dinâmica e diferenciada, alguns gestores buscam soluções no mundo empresarial para aplicá-las na igreja, fazendo de forma simplória, muitas vezes, uma comparação da igreja à de uma empresa. Mas embora a igreja possua características de outras organizações, ela é uma instituição diferenciada em sua essência, e alguns pontos precisam ser considerados.


O livro Planejamento e Gestão Eclesiástica já está disponível nas lojas da CPAD em todo Brasil e nas principais livrarias evangélicas.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Igrejas estão proibidas de fazer anúncios dizendo “Deus pode curar você”



Denúncia no Reino Unido de “publicidade enganosa” gera revolta entre cristãos.
Jesus pode curar qualquer doença? A Bíblia diz que sim, mas a entidade reguladora da publicidade na Grã-Bretanha está impedindo anúncios que proclamam o poder de Deus.

A Advertising Standards Authority, ou ASA, disse a missão Healing on the Streets [Cura nas ruas] (HOTS) está fazendo alegações falsas sobre a capacidade de curar pessoas doentes pela fé. O ASA está forçando a HOTS mudar seu slogan de “Deus pode curar você” para “Acreditamos que Deus pode curar você”.

“Nós pedimos que o HOTS não faça afirmações explícitas ou implícitas que, ao receber uma oração de seus voluntários, as pessoas podem ser curadas”, explicou o ASA, em um comunicado. ”Também dissemos para eles não citarem em seus anúncios doenças que necessitam de supervisão médica… [os anúncios] poderiam estimular falsas esperanças. Eles foram irresponsáveis”.

A tentativa de impedir a propaganda da missão ocorreu após a inglesa Hayley Stevens fazer uma queixa formal no órgão.

“Fiquei bastante preocupada com as afirmações que eles fazem sobre doenças e problemas de saúde que este grupo parecia querer resolver apenas com uma oração”, escreveu ela em seu blog.

O motivo seria um folheto distribuído pela missão que afirma: “Deus pode ​​te curar de qualquer doença: úlceras, depressão, alergias, fibromialgia, asma, paralisia, fobias, distúrbios do sono”.

A missão HOTS planeja apelar à decisão. O grupo considera “estranho” que um órgão publicitário tente impedi-los de propagar a fé cristã.

As regras sobre publicidade do Reino Unido estão entre as mais duras do mundo. ”O ASA ainda exigiu que assinássemos um documento concordando em não afirmar o que cremos. Isso é inaceitável, pois seria absurdo eles pedirem a qualquer grupo de não fizesse declarações sobre suas crenças religiosas ou filosóficas”, disse um representante da HOTS. ”Reconhecendo algumas das preocupações da ASA, mas há certas coisas que não podemos concordar, incluindo a proibição de expressarmos nossas crenças”.

Fonte: Notícias Cristãs com informações, tradução e adaptação de Charisma News e Religion News via Gospel Prime.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

No mundo todo, nunca se viu tanta gente optar por viver sem companhia



“Seres humanos são animais sociais”, cunhou o imperador romano Marco Aurélio no século dois depois de Cristo. De fato, tudo leva a crer que somos mesmo feitos para a vida em grupo. Nossos ancestrais aprenderam desde cedo a buscar nos outros proteção contra predadores, ajuda na hora da caça e parceiros para se reproduzir.

Das cavernas aos kibutz, em família, em grupos, em bandos, as sociedades humanas se organizaram em torno da ideia de que a vida faz sentido se vivemos juntos. Mas será que isso continua válido hoje?

“Nenhuma sociedade na história da humanidade teve uma porcentagem tão grande de pessoas vivendo sozinhas”, explica o sociólogo norte-americano Eric Klinenberg, da Universidade de Nova York.

Nos Estados Unidos, esse movimento pôde ser percebido já na década de 1950. Desde então, o número de pessoas que moram sozinhas vem crescendo exponencialmente. Em 1950eram 4 milhões, o equivalente a 9% da população adulta. Em 2012 são 31 milhões, o que eleva a porcentagem a 28%.

Longe de se restringir aos EUA, o fenômeno parece ter escala planetária. No Japão, 30% das moradias abrigam pessoas vivendo sem companhia Na Suécia, Noruega, Finlândia e Dinamarca, o número chega a 45%.

O Brasil não fica de fora. Por aqui, o número de pessoas que optam pela vida solo triplicou nos últimos 20 anos, passando de 2,4 milhões para 6,9 milhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Entender as razões desse fenômeno e o impacto que ele provoca nas várias áreas da nossa vida, é o objetivo de Eric Klinenberg no livro “Going Solo: The Extraordinary Rise and Surprising Appeal of Living Alone” (algo como “Sem companhia: o avanço extraordinário e o surpreendente fascínio de viver sozinho”, em tradução livre), lançado em janeiro deste ano.

De acordo com o sociólogo, a primeira conclusão é que esse movimento nunca seria possível sem desenvolvimento econômico.

“Viver sozinho custa caro. Esse é um dos motivos que explica porque os países que têm apresentado aumento mais significativo no número de pessoas vivendo sozinhas são China, Índia e Brasil”, diz o sociólogo.

Outros fatores como o culto do individualismo, a emancipação e a independência financeira das mulheres, o crescimento das cidades, o ‘boom’ da indústria de entretenimento, a sofisticação e a democratização dos meios de comunicação, também não podem ser ignorados.

“Viver sozinho acaba sendo visto como uma forma de usufruir de um leque imenso e sempre renovável de oportunidades criadas pela vida moderna”, diz o sociólogo no seu livro.

A artista plástica Carolina Paz, 36, mora sozinha há quase 18 anos. Para ela, além de poder trabalhar de casa sem dispersões, conta a favor o sentimento de liberdade que a experiência propicia. “Acho incrível (morar sozinha)! Uma das minhas prioridades na vida é ser uma pessoa autônoma”, relata.

Entre os mais de 300 entrevistados pelo sociólogo norte-americano para compor o livro, o argumento em prol da soberania no próprio lar foi um dos mais recorrentes. Ao lado da garantia de liberdade, alinhavaram-se a flexibilidade e a possibilidade de viver as próprias escolhas.

“Viver sozinho permite que você tenha seus próprios horários e isso propicia uma sensação enorme de liberdade”, diz, Klinenberg antes de acrescentar: “você pode acordar quando quer, dormir quando quer... Esse tipo de liberdade pode proporcionar muito prazer quando se vive em uma cidade grande e vivemos guiados por horários e compromissos”.

Vida social é tudo

Para os que acham que morar sozinho é sinônimo de solidão, Klinenberg deixa claro que essa opção por viver sozinho não inclui, necessariamente, o isolamento, muito pelo contrário.

“Uma das descobertas da pesquisa foi que a maior parte dos norte-americanos que vivem sozinhos passa mais tempo com amigos e vizinhos do que pessoas casadas, por exemplo”, garante. “Pessoas que dividem a casa com outras tendem a viver em círculos mais restritos, passam muito tempo com a própria família. Não saem tanto”.

A possibilidade de manter uma vida social ativa é um aspecto primordial dessa experiência de viver só e, nesse sentido, hoje é bem difícil alguém ficar realmente sozinho numa cidade grande, com acesso a internet, banda larga, wifi, Skype, e todo tipo de facilidades para se comunicar instantaneamente com qualquer um em qualquer lugar do planeta, amigos ou desconhecidos.

“A tecnologia nos permite ficar sozinhos em casa e socializar ao mesmo tempo, mantendo-nos conectados de diferentes formas, via Skype, programas de mensagem instantânea, e-mail...”, diz Klinenberg.

Carolina parece concordar. “Sou extremamente sociável. Eu não vivo bem sozinha, preciso muito estar cercada de pessoas”, confessa. Por isso, a rotina da artista plástica é sempre agitada: ela frequenta exposições, trabalha em um ateliê junto com outros artistas e coordena um grupo de estudos em artes visuais.

Nem todo mundo, no entanto, consegue lidar bem com a questão do isolamento no dia a dia. Denise Diniz, psicóloga coordenadora do setor de Gerenciamento de Stress e Qualidade de Vida da Universidade Federal de São Paulo, não só concorda que manter uma vida social ativa é essencial para o bem-estar e não pode ser negligenciada, sobretudo por aqueles que vivem sós, como recomenda um cuidado adicional:

“Você pode ser proativo em relação ao seu estilo de vida. Se perceber que está ficando deprimido deve ampliar suas redes sociais ou buscar um parceiro afetivo. Morando sozinho ou acompanhado, o homem é um ser social”, diz a psicóloga.

“O mundo não vem a você enquanto você espera sentado em seu apartamento”, corrobora Klinenberg.

E nessa hora, as mulheres aparentemente levam alguma vantagem em relação aos homens. O sociólogo percebeu durante a pesquisa que as mulheres tendem a viver melhor por conta própria do que os homens, justamente por serem seres mais sociáveis.

“Homens têm maior probabilidade de se afastar de amigos e família. Muitos, sobretudo os mais velhos, estão em relacionamentos nos quais as mulheres assumem a maior parte da vida social do casal”, constata.

Tem que ter autoestima

Para Denise, no entanto, é importante que a pessoa olhe para si mesmo antes de tomar a decisão de abandonar os colegas de quarto. “Só você pode determinar se naquele momento está precisando morar sozinho ou viver sob o mesmo teto que outra pessoa”, diz.

Para que dê certo, autoestima é fundamental. “More sozinho ou more com alguém, você tem que se relacionar muito bem com você mesmo”, explica.

Se não estivesse bem consigo mesma, Carolina não conseguiria usufruir da liberdade, “desfrutar da própria companhia”, como diz, e curtir bons momentos em seu universo particular. “Às vezes preciso de 24 horas só minhas. Pego um sábado ou um domingo para ficar trancada em casa fazendo uma maratona de alguma série de TV e comendo brigadeiro de panela”, conta.

Fonte: Rafael Bergamaschi, iG São Paulo | 10/02/2012.