segunda-feira, 18 de maio de 2009

FRASES MARCANTES DE CHARLES HADDON SPURGEON - PARTE 1/3



Charles Haddon Spurgeon, comumente referido como C. H. Spurgeon (19 de junho de 1834 — 31 de janeiro de 1892), foi um pregador batista britânico, nascido em Kelvedon, Essex.

Converteu-se ao cristianismo em janeiro de 1850, aos quinze anos de idade. Aos dezesseis, em 1851, pregou seu primeiro sermão; no ano seguinte tornou-se pastor de uma igreja batista em Waterbeach, Cambridgeshire. Em 1854 Spurgeon, então com vinte anos, foi chamado para ser pastor na capela de New Park Street, Londres, que mais tarde viria a chamar-se Tabernáculo Metropolitano, transferindo-se para novo prédio.

Desde o início do ministério, seu talento para a exposição dos textos bíblicos foi considerado extraordinário. E sua excelência na pregação nas santas escrituras bíblicas lhe deram o título de o Príncipe dos Pregadores.

FRASES DE C.H.SPURGEON COMPILADAS POR FELIPE SABINO, PUBLICADAS EM HTTP://WWW.SCRIBD.COM/DOC/2403107/FRASES-DE-SPURGEON

“Que seu molho de lã fique na eira da súplica até que seja molhado com orvalho do céu”.

“A oração em si mesma é uma arte que somente o Espírito Santo pode nos ensinar. Ele é o doador de todas as orações. Rogue pela oração - ore até que consiga orar, ore para ser ajudado a orar e não abandone a oração porque não consegue orar, pois nos momentos em que você acha que não poder, é que realmente está fazendo as melhores orações. Às vezes quando você não sente nenhum tipo de conforto em tuas súplicas e teu coração está quebrantado e abatido, é que realmente está lutando e prevalecendo com o Altíssimo.

“Sussurros que não podem ser expressos em palavras são freqüentemente orações que não podem ser recusadas”.

“Há pecado até na nossa santidade, há incredulidade na nossa fé; há ódio no nosso próprio amor; há lama da serpente na mais bela flor do nosso jardim.”

“Todo cristão ou é um missionário ou é um impostor.”

“A convicção de ignorância é a porta de entrada do templo da sabedoria.”

“A lei do Senhor é o pão de cada dia do verdadeiro crente”.

“A igreja deve atrair pela diferença e não pela igualdade”.

“Aprenda a dizer não. Será melhor para você do que aprender latim”.

“A nova Jerusalém deve, do mesmo modo, ser rodeada e protegida por um largo muro de não-conformismo para com o mundo, e de separação dos seus costumes e espírito”.

“O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo”.

“Hoje em dia ouvimos alguém extrair do seu contexto uma frase isolada na Bíblia e clamar: “Eureka!”, como se tivesse descoberto uma nova verdade; no entanto, não achou um diamante, mas um pedaço de vidro quebrado”.

“Aqueles que mergulham no mar das aflições trazem pérolas raras para cima”.

“Quando os membros de nossas igrejas demonstrarem o fruto de verdadeira piedade, imediatamente encontraremos pessoas perguntando qual a árvore que produz esse fruto”.

“A auto-salvação, ou pelo valor pessoal, ou pelo arrependimento, ou por resolução própria, é a esperança inerente da natureza humana, e é muito difícil de ser extirpada”.

“Nada deveria ser o alvo do pregador a não ser a glória de Deus através da pregação do evangelho da salvação”.

“Vocês e eu, somos constrangidos a pregar o evangelho, mesmo que nenhuma alma jamais seja convertida por ele; pois o grande propósito do evangelho é a glória de Deus, visto que Deus é glorificado mesmo naqueles que rejeitam o evangelho”.

“Preguem o evangelho tendo em vista unicamente a glória de Deus, ou então, segurem suas línguas.”

“A Bíblia fala no tom de voz do próprio Deus”.

“A Bíblia, toda a Bíblia e nada mais do que a Bíblia, é a religião da igreja de Cristo”.

“Deus escreve com uma pena que nunca borra, fala com uma língua que nunca erra, age com uma mão que nunca falha”.

“Se quando eu chegar ao céu o Senhor me disser: “Spurgeon, quero que você pregue por toda a eternidade”, responderei: “Senhor, dá-me uma Bíblia - é tudo de que preciso”.

“Muitos livros em minha biblioteca estão agora desatualizados. Foram bons enquanto eram novos, à semelhança das roupas que usei quando tinha dez anos de idade; mas eu cresci e as deixei para trás. Ninguém jamais deixa para trás as Escrituras por ter crescido; esse livro se amplia e é mais conhecido à medida que passam nossos anos”.

“Não creia em metade do que você ouve; não repita metade do que crê; quando ouvir uma notícia negativa, divida-a por dois, depois por quatro, e não diga nada acerca do restante dela”.

“Se um ladrão entrasse no céu sem ser transformado, começaria batendo as carteiras dos anjos”.

“Em quarenta anos nunca passei quinze minutos acordado sem pensar em Jesus”.

“Se formos fracos em nossa comunhão com Deus, seremos fracos em tudo”.

“Muitos homens têm consciência suficiente para temer o pecado, mas não suficiente para salvá-los dele”.

“A verdadeira conversão dá segurança à pessoa, mas não lhe confere o direito de parar de vigiar”.

“A verdadeira conversão dá força e santidade ao homem, mas nunca lhe permite vangloriar-se”.

“Quando a Palavra de Deus converte um homem, tira dele seu desespero, mas não seu arrependimento”.

“Para um homem que vive para Deus nada é secular, tudo é sagrado”.

“Muitos homens ficam de mãos vazias porque não conhecem a arte de repartir”.

“Ai de nós! Nosso coração é nosso maior inimigo”.

“Deus deixa depressa sua ira, mas nunca se arrepende do seu amor”.

“Não há mudanças no amor de Jeová, embora possa haver mudanças na maneira em que ele é manifestado”.

“Não há nada pequeno em Deus”.

“A glória da Onipotência é atuar mediante improbabilidades”.

“Se você vai ou não viver até chegar em casa hoje, depende absolutamente da vontade de Deus”.

“Os homens, para serem verdadeiramente ganhos, precisam ser ganhos pela verdade”.

“A espada da justiça não nos ameaça mais, mas a vara da correção paternal ainda está em uso”.

domingo, 10 de maio de 2009

A BÍBLIA ESTÁ CHEIA DE ERROS



"A Bíblia está CHEIA de erros!"
- O primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
- O segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
- E assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

"A Bíblia está CHEIA de contradições!"
- Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
- Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
- Ela contradiz o seu pecado e o meu.

"A Bíblia está CHEIA de falhas!"
- Porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;
- Assim foi com a falha de Adão;
- Com a falha de Caim;
- E a de Moisés;
- Bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam;
- Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

"Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia!"
- Para pessoas que querem jogar com as palavras;
- Para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
- Para o homem que não acredita porque não quer.

"O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia!"
- Pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história;
- Por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
- Pela intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
- Por bem conhecidos pseudocientistas posando de críticos honestos;

"Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que..."
- Os ensinamentos bíblicos são irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
- A Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
- Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de meros homens.

"A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO!"
- Para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
- Para os que têm medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
- Para os que não querem examiná-la a fundo, porque Ela mostra verdadeiramente como os homens são.

"E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz!"
- A menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR!

Autor Desconhecido

terça-feira, 5 de maio de 2009

O PRIMEIRO CULTO PROTESTANTE NO BRASIL




A foto acima é do Monumento Escultório alusivo aos 450 anos do Primeiro Culto Protestante na Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, obra do artista plástico e escultor Joás Pereira Passos

O texto abaixo é de autoria de Alderi Souza de Matos, publicado no portal www.mackenzie.br, e autorizado pelo mesmo para postagem neste blog.

1. A França Antártica

Após o descobrimento do Brasil, Portugal demorou a interessar-se pela ocupação e a colonização dos novos domínios. Com isso, a colônia atraiu a atenção de outras nações européias, especialmente a França. Após a experiência mal-sucedida das capitanias hereditárias e as constantes incursões estrangeiras, Portugal resolveu tomar providências concretas. Em 1549 enviou o primeiro governador-geral do Brasil, Tomé de Souza, que se instalou em Salvador. Todavia, o controle da imensa costa era ainda muito limitado. Foi nesse contexto que o militar e aventureiro Nicolas Durand de Villegaignon teve a idéia de fundar uma colônia numa região bem conhecida dos franceses: a baía de Guanabara.

Villegaignon aproximou-se do vice-almirante Gaspard de Coligny, um dos principais conselheiros do reino, que nutria fortes simpatias pela Reforma. Com isso, conseguiu o apoio do rei Henrique II (1547-1559), que lhe forneceu dois navios aparelhados e recursos para a viagem. A expedição chegou à Guanabara no dia 10 de novembro de 1555, sendo bem recebida pelos índios tupinambás, acostumados à presença de franceses na região. O grupo instalou-se na pequena ilha de Serigipe, mais tarde denominada Villegaignon, onde foi construído o Forte Coligny.

2. A vinda dos reformados

Diante de várias dificuldades surgidas, Villegaignon escreveu à Igreja Reformada de Genebra solicitando o envio de pastores e colonos evangélicos que contribuíssem para a elevação do nível moral e espiritual da colônia. Coligny convidou para liderar o grupo um ex-vizinho seu, Filipe de Corguilleray, conhecido como senhor Du Pont. Por sua vez, João Calvino e seus colegas alegremente escolheram para acompanhar os colonos os pastores Pierre Richier (50 anos) e Guillaume Chartier (30 anos). Os seus objetivos específicos eram implantar a fé reformada entre os franceses e evangelizar os indígenas.

Os huguenotes que os acompanharam foram Pierre Bourdon, Matthieu Verneil, Jean du Bourdel, André Lafon, Nicolas Denis, Jean Gardien, Martin David, Nicolas Raviquet, Nicolas Carmeau, Jacques Rousseau e o sapateiro Jean de Léry, o cronista da viagem, que escreveria a obra Viagem à Terra do Brasil (publicada em 1578). Eram ao todo 14 pessoas. O grupo deixou Genebra em 16 de setembro de 1556. Após visitarem o almirante Coligny, seguiram para Paris, onde outros se uniram à comitiva. Alguns pensam que entre eles estava Jacques Le Balleur. No dia 19 de novembro embarcaram para o Brasil no porto de Honfleur, na Normandia.

A frota de três navios, comandada por Bois Le Conte, sobrinho de Villegaignon, levava cerca de 290 pessoas, inclusive algumas mulheres. Como de costume, a viagem foi muito penosa. A certa altura, diante da situação em que se achavam, os reformados recitaram o Salmo 107 (ver os vv. 23-30). No dia 7 de março de 1557, os viajantes finalmente entraram no “braço de mar” chamado Guanabara pelos selvagens e Rio de Janeiro pelos portugueses.

3. O primeiro culto

O desembarque no forte Coligny deu-se no dia 10 de março, uma quarta-feira. O vice-almirante recebeu o grupo afetuosamente e demonstrou alegria porque vinham estabelecer uma igreja reformada. Logo em seguida, reunidos todos em uma pequena sala no centro da ilha, foi realizado um culto de ação de graças, o primeiro culto protestante ocorrido nas Américas, o Novo Mundo.

O ministro Richier orou invocando a Deus. Em seguida foi cantado em uníssono, segundo o costume de Genebra, o Salmo 5: “Dá ouvidos, Senhor, às minhas palavras”. Esse hino constava do Saltério Huguenote, com metrificação de Clement Marot e melodia de Louis Bourgeois, e até hoje se mantém nos hinários franceses. Bourgeois foi diretor de música da Igreja de Genebra de 1545 a 1557 e um dos grandes mestres da música francesa no século 16. A versão mais conhecida em português (“À minha voz, ó Deus, atende”) tem música de Claude Goudimel (†1572) e metrificação do Rev. Manoel da Silveira Porto Filho.

Em seguida, o pastor Richier pregou um sermão com base no Salmo 27:4: “Uma coisa peço ao Senhor e a buscarei: que eu possa morar na casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a beleza do Senhor e meditar no seu templo”. Após o culto, os huguenotes tiveram sua primeira refeição brasileira: farinha de mandioca, peixe moqueado e raízes assadas no borralho. Dormiram em redes, à maneira indígena. A Santa Ceia segundo o rito reformado foi celebrada pela primeira vez no domingo 21 de março de 1557.

4. Eventos posteriores

Infelizmente, o vice-almirante acabou entrando em conflito com os huguenotes sobre questões doutrinárias e os expulsou da colônia. Em 4 de janeiro de 1558, eles partiram para a França a bordo de um velho navio. O comandante avisou que a viagem iria ser difícil e não haveria alimento para todos. Diante disso, cinco huguenotes se ofereceram para voltar à terra. Inicialmente Villegaignon os recebeu de modo cordial, mas logo os acusou de serem traidores e espiões. Formulou um questionário sobre pontos doutrinários e lhes deu doze horas para responderem por escrito. O resultado foi a bela Confissão de Fé da Guanabara ou Confissão Fluminense.

O almirante declarou heréticos vários artigos e decidiu pela morte dos reformados. No dia 9 de fevereiro de 1558, Jean du Bourdel, Matthieu Verneil e Pierre Bourdon foram estrangulados e lançados ao mar. André Lafon foi poupado devido às suas vacilações religiosas e ao fato de ser o único alfaiate da colônia. Jacques Le Balleur fugiu e foi para São Vicente. Levado preso para a Bahia, ficou encarcerado por oito anos, sendo então conduzido ao Rio de Janeiro, onde foi enforcado. Ele e seus companheiros ficaram conhecidos como os mártires calvinistas do Brasil.

Essa efêmera presença calvinista no início da história do Brasil não produziu efeitos permanentes. Não foi possível aos reformados alcançar seus dois intentos principais: criar uma igreja reformada e evangelizar os nativos. Todavia, esse episódio é considerado um marco significativo na história das missões cristãs, pois foi a primeira vez que os protestantes buscaram anunciar a sua fé a um povo pagão. O fruto mais duradouro do singelo empreendimento foi a bela confissão de fé selada com sangue.

domingo, 19 de abril de 2009

NEM SEMPRE DEUS QUER O MELHOR



O texto abaixo, de autoria de Aninha Chaves, publicado em www.irmaos.com, leva-nos em uma reflexão importante sobre o que realmente é importante para Deus. O texto esclarece que aquilo que julgamos ser o melhor, muitas vezes não o é para Deus.

"Tenho ouvido de muitos cristãos que para Deus nós devemos dar o melhor. Mas como posso relacionar os padrões de Deus do que é ruim, bom ou melhor com os meus padrões? E se há uma forma de fazer isso, seria adequado fazê-lo?
Creio que as pessoas usam essa expressão para dizer que devemos fazer todo o esforço possível na realização de uma obra no Reino de Deus. Todas as nossas potencialidades e dedicação devem ser canalizadas para o serviço cristão. Mas o meu melhor nem sempre é o que Deus quer. Às vezes Ele até requer muito menos do que chamo de “melhor”. Essa idéia eu formei lendo I Samuel 15.

Nesse relato bíblico o Rei Saul recebe de Deus uma incumbência: “Agora vão, ataquem os amalequitas e consagrem ao Senhor a destruição de tudo o que lhes pertence. Não os poupem, matem homens, mulheres, crianças, recém-nascidos, bois, ovelhas, camelos e jumentos” (v. 3). Apesar de cruel, imagino que não parecia uma ordem muito difícil de se cumprir aos olhos de um rei. Saul deveria ter pensado: “Está bem! Deus mandou, amanhã vou lá e faço”.

Mas o dia chegou e Saul resolveu mudar ligeiramente os planos. Saul poupou da destruição o rei Agague e tudo o que a terra tinha de melhor (v. 9), mas o que era desprezível ele destruiu. Saul poupou as melhores ovelhas e bois para oferecer em sacrifício a Deus (v. 21). Olha só que honrado da parte dele!!! Ele não ia ficar com uma ovelhinha sequer para ele, entregaria tudo a Deus. Além de se arriscar na guerra, ainda trouxe o melhor que encontrou lá para Deus.

Ops...esquecemos de um pequeno detalhe – Deus não pediu as melhores ovelhas, nem os melhores bois, nem o rei Agague. Ele pediu destruição. Essa era a ordem. Mas Saul não entendeu sua missão (v. 20). A idéia que ele tinha do que ia agradar a Deus na verdade O ofendeu profundamente.
Inútil é tentar impressionar a Deus! Ele não se importa com o que você acha que é o melhor, com o que você acha que vai agradá-lo. Ele já disse na Sua Palavra o que lhe agradaria, obedecê-la é a melhor forma de agradá-lo; porém, se a desobedecermos, pecamos, mesmo que a desobediência traga consigo ofertas a Deus. Afinal, Ele não quer só a oferta, ele quer a obediência, porque a oferta parte das mãos, mas a obediência vem do coração. O melhor para Deus é que você deixe de lado o que você chama de bom e simplesmente se renda à missão que Ele lhe deu.

Se foi mesmo Deus que enviou você para uma missão, vá e faça com a certeza que estará fazendo o melhor! O que Ele chama de melhor!
“Acaso tem o Senhor tanto prazer em holocaustos e sacrifícios quanto em que se obedeça a Sua palavra?” (I Sm 15:22a)".

terça-feira, 14 de abril de 2009

MARX E SATANÁS




Um texto muito interessante de Ipojuca Pontes - Cineasta, jornalista

Marx e Satanás
“Quero me vingar daquele que reina lá em cima” – Karl Marx

Livro impressionante, a merecer urgente atenção de um bom editor nacional é, sem sombra de dúvida, este “Marx and Satan”, do reverendo Richard Wurmbrand (Living Book Company, Bartlesville, USA, 1986). A edição que leio, a oitava, data de 2002, porém em 2008 o livro já cruzara a 20ª impressão e fora traduzido para o russo, chinês, alemão, romeno, eslovaco, húngaro e albanês – não por acaso línguas de países que constituíam a antiga Cortina de Ferro e materializavam, na prática, as teorias demoníacas de Karl Marx.

No histórico, o livro de Wurmbrand começou como uma pequena brochura que continha algumas anotações sobre as possíveis ligações entre Marx e a igreja satânica. Posteriormente o autor, durante 14 anos prisioneiro nos campos de concentrações da Romênia comunista, levantou uma quantidade enorme de documentos e correspondências e aprofundou pesquisa biográfica minuciosa em torno do “filódoxo” alemão, mormente no período em este freqüentou a Universidade de Berlim, sem deixar de lado, no entanto, a temporada em que viveu na próspera cidade de Colônia (1842), onde trabalhou como co-editor da “Gazeta Renana” – fase em que Marx, negando Deus, “tornou-se um adorador de Satã e partícipe ativo e regular de práticas e hábitos ocultistas”.
De fato, nesta época, conforme registra Wurmbrand com riqueza de detalhes, Marx mudou inteiramente de conduta.

Longe da casa paterna, ao repudiar Cristo ele tornou-se um beberrão violento. (Habitualmente, quando embriagado, para não pagar os credores, partia para a briga – sendo autuado, certa feita, por porte de arma). Então, na qualidade de co-presidente do “Clube Tabernário”, que tinha como associados um bando de estudantes porristas, Marx organizava rituais de magia negra, professando a idéia de “chutar Deus do Reino Celestial”. Por qualquer razão, ou sem razão nenhuma, voltava-se para o alto e proclamava, em ira incontida: “Eu o destruirei! Eu o destruirei!”.

O próprio pai de Marx, Heinrich (um advogado judeu convertido ao cristianismo luterano), na ocasião, ao saber que o filho tinha “colocado novos deuses em lugar dos antigos santos” (confissão de Marx), tentou chamar sua atenção, por carta, lamentando o estranho comportamento do jovem radical: “O teu progresso, a querida esperança de ver teu nome algum dia ter grande reputação, e tua riqueza terrena não são os únicos desejos de meu coração. Essas são ilusões que tive há muito tempo, mas posso assegurar-te que a realização delas não me teria feito feliz. Apenas se teu coração permanecer puro e bater humanamente e se nenhum demônio for capaz de desviar teu coração de sentimentos melhores, apenas assim serei feliz”.

Ao lamento da carta paterna, Marx deu o calado como resposta, cortando a correspondência com o pai, salvo no caso de bilhetes curtos para pedir crescentes somas em dinheiro para saldar dívidas provenientes dos porres homéricos e gastos com os rituais ocultistas.

Na mesma época, Marx ficou obcecado pela leitura do “Fausto”, a peça teatral de Goethe em que o personagem central faz um pacto com a figura de Mefistófeles, o “diabo em pessoa”. Num impulso, o futuro “Doutor do Terror Vermelho”, para tornar público a sua nova crença, escreve um drama intitulado “Ulanem” - anagrama de Emanuel, nome bíblico de Cristo -, tempos depois encenado e representado pelo próprio autor.

No texto, medíocre, mas considerado de natureza confessional, Marx revela o objetivo que marcará todos os atos de sua atribulada existência, qual seja, “a idéia de expulsar o Criador de sua morada e, ele próprio, Karl Marx, substituí-lo”. No último ato de “Ulanem”, em tom apocalíptico, assim se exprime o imperioso cultor de Satã: “Os vapores do inferno enchem o cérebro, até que fico louco e meu coração muda muito. Vês esta espada? O Príncipe das Trevas ma vendeu. Para mim, ele marca o compasso e ordena os sinais. Cada vez mais atrevido, eu danço a dança da morte. E só então poderei caminhar triunfante, como um Deus, através das ruínas do seu Reino”.
Dado curioso, a mudança de Marx não se deu apenas no plano espiritual.

Segundo anota Karl Heinzen, jornalista que trabalhou com ele na “Gazeta Renana”, a transformação se manifestou, também, no aspecto seu físico. “De jovem esbelto, ele se transformou num tipo atarracado, de lábio inferior incomumente grosso e de tez amarelo-sujo, acentuada pelos cabelos negros e espessos que pareciam brotar-lhe de quase todos os poros da face, dos braços, da orelha e do nariz. Cabeludo, com sua juba negra retinta e olhos enlouquecidos por um espírito de fogo perverso, Marx era a imagem de Lúcifer, o anjo decaído”.

O mesmo Heinzen relata que, certa noite, depois de um porre, querendo parodiar Mefistófeles numa cena do “Fausto”, Marx “Aproximou-se e deu a entender que eu estava sob seu poder. Com malícia de pretendido demônio, começou a me agredir com ameaças e tapas. Adverti-o a sério que o trataria do mesmo modo. Como nada adiantasse, derrubei-o com um sopapo num canto da sala. ‘Há um prisioneiro lá dentro...’ - caçoou ele, numa imitação precária de Mefistófeles”.

Mais tarde, consolidada a personalidade demoníaca, Marx observa, em correspondência para Engels (segundo Franz Mehring, em “Marx – Story of His Life”): “A abolição da religião como uma felicidade ilusória dos homens é um requisito para a verdadeira alegria deles. O chamado para o abandono de suas ilusões acerca de suas condições é um chamado para abandonar uma condição que requer ilusões. A crítica da religião é, portanto, a crítica deste vale de lágrimas de que a religião é o halo”.
Marx se deu mal na sua pretensão de abolir a religião sobre a face da terra. A crença na existência de uma força transcendente, considerada como criadora do Universo, nunca esteve tão presente na vida da humanidade - em que pese a ingerência do “neodarwinismo” e a “singularidade” de teorias impossíveis de comprovar como a do Big Bang.

O Cristianismo, por sua vez, infenso a fricção da excomungada “Teologia da libertação”, nitidamente anticristã, cada vez mais se propaga em número de fiéis, a fortalecer a crença no Cristo filho de Deus.

Quando à Marx, reconheça-se, o seu espírito maligno permanece atuante - como o do próprio Satã, de resto –, a iludir facções de deserdados que, sob seus vapores, alargam as dores do mundo.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

CURIOSIDADES BÍBLICAS 1




- A frase: “Não temais” aparece na Bíblia 366 vezes

- A primeira citação da redondeza da terra, confirmava a idéia de Galileu de um planeta esférico (Is 40.22)

- A Arca de Noé media 134m de comprimento, 23m de largura e 14 de altura; sua área total nos três pisos era de 9.250m² e um volume total de 43.150m³ aproximadamente; o que a torna próxima das embarcações atuais (Gn 6.15,16)

- As tábuas da lei feitas por Deus foram quebradas por Moisés e, depois feitas por Moisés e reescritas por Deus (Ex 34.11)

- Moisés fez o povo beber ouro, do bezerro da desobediência (Ex 32.19,20)

- O movimento ecológico começou por um alerta de Deus (Ex 23.28,29)

- O maior reino descrito na Bíblia, tinha 127 províncias e se estendia da Índia até a Etiópia, e era comandado pelo rei Assuero (Es 1.1)

- Noé passou na Arca com sua família e com os animais 382 dias (Gn 7.9-11; 8.13-19)

- Davi além de poeta, músico e cantor foi inventor de diversos instrumentos musicais (Am 6.5)

- Davi foi ungido 3 vezes, obtendo uma gloriosa confirmação divina e humana (1Sm 16.1-13; 2Sm 2.4; 1Cr 11.1-3)

- Salomão não era o único sábio, haviam mais 4 sábios (1Rs 4.29-31)

- Grande parte das pregações de Jesus foram feitas por ele assentado (Mt 5.1,2; Lc 4.20,21; Lc 5.3)

- O tio e a tia de Jesus converteram-se na sua pregação antes da crucificação (Lc 24.13-18; Jo 19.25)

- O “sermão do monte” foi repetido por Jesus no que podia ser chamado “sermão da planície” (Mt 5.1; Lc 6.17)

- Um curioso e desavisado foi forçado a carregar a cruz com Jesus (Mt 27.23; Mc 15.21; Lc 23.26)

sábado, 4 de abril de 2009

CURIOSIDADES BÍBLICAS 2


- A questão salarial e a responsabilidade trabalhista, são uma preocupação divina a tempos (Tg 5.4)

- A mensagem através de “out-door” é uma citação bíblica detalhada (Hc 2.2)

- O primeiro maratonista, correu contra um carro veloz “pilotado” por um rei e ganhou (1Rs 18.45,46)

- O “dia da noiva” mais longo durou um ano, e contou com uma preparação tão especial que até hoje é desconhecida (Es 2.12)

- O nome mais comprido e estranho de toda Bíblia é: Maersalalhasbaz – filho de Isaías (Is 8.3,4)

- Quem cortou o cabelo de Sansão não foi Dalila, mas um homem (Jz 16.19)

- Deus foi comparado a uma águia e uma galinha (Dt 32.11; Mt 23.37)

- A terra só passou a produzir espinhos depois da desobediência de Adão (Gn 3.17,18)

- Uma das coisas que diferenciam a Bíblia de outros livros é a sua unidade. Foi escrita num período de 1500 anos por mais de 40 autores, tendo uma completa harmonia

- A frase: “Não temais” aparece na Bíblia 366 vezes