sábado, 31 de outubro de 2009


Chegou um dia muito especial para nossa igreja em Curitiba. Neste final de semana estaremos participando do 1o. Retiro para filhos de pastores. Uma iniciativa louvável, um momento de reflexão e auxílio para os filhos dos nossos pastores.



Agradeço a Deus pelos dias marcantes que tivemos no Congresso da Juventude da Assembléia de Deus em Tampa-FL/EUA.
Meu abraço ao Pr. Carlos Zacarkim, aos líderes dos jovens, Pr. Maurício Machado e Cátia Machado e toda juventude da Assembléia de Deus Mão Amiga.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

PAI QUE LEVA SEU FILHO PARA A IGREJA, NÃO VAI BUSCÁ-LO NA CADEIA



1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype (msn), pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype (msn), é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.

23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

OS JOVENS ESTÃO BEBENDO CADA VEZ MAIS CEDO



PESQUISA REALIZADA COM 12 MIL ALUNOS MOSTRA QUE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ESTÃO BEBENDO CADA VEZ MAIS CEDO

% dos adolescentes que já beberam alguma vez

- Com menos de 13 anos: 37%
- Aos 13 anos: 50%
- Aos 14 anos: 64%
- Aos 15 anos: 76%
- Aos 16 anos: 80%
- Acima de 16 anos 84%

23% dos jovens em que um ou os dois pais já morreram consomem mais do que 5 doses na semana.

30% dos jovens cujos pais nunca viveram juntos bebem mais do que 5 doses de bebidas alcoólicas na semana

Fonte: www.educacional.com

Publicado em 19/10/2009 | Guilherme Voitch - Colaborou Vinícius Sgarbe, especial para o Jornal Gazeta do Povo - Paraná

O primeiro contato dos jovens com a bebida tem acontecido muito cedo e o hábito de beber está se fixando a partir dos 16 anos, em oposição ao que prevê a legislação brasileira – 18 anos. Oito para cada dez jovens menores de idade consomem álcool. Essas são algumas das conclusões de uma pesquisa realizada pelo Portal Educacional, em parceria com o psiquiatra Jairo Bouer. Na pesquisa, 12 mil estudantes de 96 escolas de todo o Brasil responderam, de forma anônima, o questionário on-line sobre o tema.

Para Andrea Maia de Santana, gerente da Área de Projetos da Divisão de Tecnologia Educacional da Positivo Informática, a pesquisa partiu de uma necessidade das próprias escolas. “Foi uma demanda deles e a garantia de que as respostas seriam anônimas gerou um resultado muito bom entre os alunos”, diz. Segundo Andrea, o próximo passo é utilizar as respostas para tratar da prevenção do álcool nas escolas.

“A pesquisa confirma os estudos feitos sobre o consumo de álcool entre os jovens no Brasil e no mundo e aponta para a necessidade de se discutir essas questões de forma mais séria. O jovem precisa aprender os riscos e impactos do consumo abusivo de álcool”, diz Bouer. E a ação preventiva precisa começar muito cedo. A pesquisa mostra que pelo menos metade dos adolescentes até 13 anos admite já ter bebido.

Alguns grupos parecem ter chance maior de ter problemas com o consumo de bebida. São eles: filhos de pais que nunca viveram juntos, jovens que têm relação ruim ou péssima com os pais em casa, famílias em que pai e mãe bebem demais, jovens e famílias que não seguem uma religião, alunos com péssimo desempenho na escola e que faltam demais às aulas.

Para especialistas, os dados confirmam uma realidade cada vez mais preocupante. De acordo com o estudo, em 40% dos casos o primeiro gole ocorre em casa ou na casa de familiares. “Estamos falando de um comportamento aparentemente inofensivo. Mas o pai abre uma garrafa de vinho durante a refeição e pode despertar a doença do álcool no filho”, diz o membro da Pastoral da Sobriedade, José Augusto Soavinski.

Quase 15% dos jovens também mostraram que pai, mãe ou ambos bebem excessivamente. “O lar é uma metáfora de segurança. Tudo que existe em uma casa é, para as crianças e os jo­­vens, sinônimo de ‘sem perigo’. Quando um jovem experimenta álcool em casa pela primeira vez, ele considera um estímulo ao consumo”, afirma Albert Frie­sen, psicólogo, doutor em ciências da religião e especialista em terapia familiar.

Ele cita como exemplo o livro Filhos do divórcio, de Judith Wal­lerstein, em que é relatado o acom­­­panhamento de famílias depois da separação. A pesquisa foi feita ao longo de 25 anos e comprova que os filhos destas famílias são mais suscetíveis ao vício.

“As pessoas que têm pais separados, de alguma forma sofrem mais nas emoções. Têm, especialmente, menos limites e fronteiras. A lógica é que se dá pra sair do casamento, mesmo que se tenha prometido fidelidade até a morte, significa que limites não são exatamente necessários.”

RELAÇÃO

O estudo também estabelece relações entre álcool e drogas mais pesadas. Quase 20% dos entrevistados já fumaram cigarros. Dos que já fumaram, 32% dizem ter mais vontade de fumar depois de beberem. Situação semelhante ocorre com a maconha: 8% dos entrevistados dizem já ter fumado maconha e, destes, 28% dizem ter mais vontade de fumar depois que bebem.

Soavinski, que há 20 anos dá palestras sobre os riscos do consumo do álcool em escolas, diz que é inegável o fato de que o álcool é porta de entrada para outras drogas mais pesadas, como a cocaína. “É uma sequência. Primeiro as [bebidas] fermentadas, depois as destiladas. O jovem segue e acaba nas drogas estimulantes. O responsável pela epidemia de crack que vivemos em Curitiba é o álcool. Quem começa a beber não sabe onde pode parar. O problema é progressivo, perigoso e pode ser fatal”, alerta.

PESQUISA REALIZADA COM 12 MIL ALUNOS MOSTRA QUE CRIANÇAS E ADOLESCENTES ESTÃO BEBENDO CADA VEZ MAIS CEDO

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A IMPORTÂNCIA DA AGULHA


A mensagem abaixo do conhecido palestrante motivacional Daniel Godri é diretamente direcionada ao mundo corporativo. Destaca a importância das pequenas coisas na construção de grandes.

Esta palavra pode bem ser aplicada à nossa vida diária, quando muitas vezes nos sentimos inferiorizados.

No mundo eclesiástico então, como ela se aplica de forma benéfica.
Num momento onde todos querem a "fama ministerial" este vídeo relata a importância do trabalho simples.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

PODE O CRENTE FAZER ACUPUNTURA?



Recebi recentemente um e-mail pedindo esclarecimentos sobre a conduta do cristão no que diz respeito a prática de acupuntura. É claro que não sou especialista neste assunto, porém dediquei-me em buscar informações sobre o mesmo. Li opiniões contrárias e favoráveis. No texto de Rose Guglielminetti encontrei algo sensato.

Texto de Rose Guglielminetti, publicado na Revista Enfoque Gospel - Edição 83

Mesmo diante do progresso da medicina convencional no último século, como a descoberta da penicilina e o aprimoramento no transplante de órgãos, é notável perceber que os pacientes recorrem cada vez mais a outros procedimentos para tratamento de sua saúde. Dor de cabeça? Agulhas da acupuntura são um analgésico poderoso. Dores na região do pescoço? Shiatsu ou a quiropraxia são “técnicas milagrosas”. Chá de camomila é “tiro e queda” contra a tensão, e para alívio da rinite, o caminho mais indicado é a homeopatia.

A massagem no pé da reflexologia, a troca de energia do Reiki, o aroma de um óleo da aromaterapia e as gotinhas dos florais de Bach são apenas algumas das terapias alternativas que não apenas têm disputado espaço com o clássico estetoscópio, mas também têm conquistado, entre os novos adeptos, muitos crentes. E toda vez que os evangélicos se vêem encurralados por algo que pode contradizer sua fé, as dúvidas e as perguntas os angustiam. O sinal vermelho pode ser fruto do fato de que sempre que se fala de terapia alternativa, a primeira palavra que se sobressai é “esoterismo”.

Dentro das nomenclaturas, porém, quais teriam sinal verde para os cristãos? Se o recorte for feito pela aprovação do Ministério da Saúde, três escapariam do crivo dos mais temerosos: acupuntura, homeopatia e fitoterapia são não somente reconhecidas, como adotadas na rede pública de Saúde.

A acupuntura é comprovada cientificamente. As ervas também podem fazer bem e é inegável o princípio curativo de alguns chás e plantas. Até porque aproximadamente 45% dos remédios usados pela medicina convencional são feitos a partir de substâncias extraídas de vegetais. Já quando se consulta o Conselho Federal de Medicina, é necessário esclarecer que a maioria das terapias alternativas são práticas proibidas. Apenas a homeopatia e a acupuntura são reconhecidas como especialidades médicas.

Os brasileiros, por sua vez, parecem nem ligar para a polêmica sobre as técnicas. Estima-se que 4 milhões de pessoas lancem mão de alguma forma de terapia alternativa para tratar doenças. A classe médica diz que há mais massagistas corporais que prometem dar jeito naquela “dorzinha” de coluna do que ortopedistas. Guerras à parte, o crescimento da medicina alternativa se dá pela descrença dos pacientes em relação à medicina convencional, além dos efeitos colaterais dos medicamentos. Como ainda não há cura para doenças como câncer, diabetes e Aids, os alternativos entram nessa lacuna.

Outro item importante é quanto à relação médico-paciente. Geralmente, enquanto uma consulta do homeopata dura cerca de uma hora, a de um médico tradicional pode não chegar a 10 minutos. “Fazemos uma investigação completa porque queremos entender quais são os motivos de a pessoa estar ansiosa”, explica Gláucio Costa de Oliveira, médico homeopata e acupunturista.

Presidente da Associação Brasileira de Medicina Complementar (ABMC), o fisiologista Felippe Junior diz que a medicina complementar é usada quando a medicina convencional não consegue obter o sucesso desejado. “A essência de qualquer tipo de cura, seja qual for a técnica empregada – alternativa, complementar, convencional – depende das condições técnicas do profissional. Entretanto, se ele não utilizar a arte de curar, que envolve o organismo no seu todo (somato-psíquico-espiritual), a cura estará fadada ao fracasso. E tudo isto independe de religião ou credo”, defende.

DICAS DE COMO SELECIONAR E ENCONTRAR A TERAPIA CORRETA

• Nunca se submeta a um tratamento complementar ou alternativo sem antes saber o que a medicina convencional pode lhe oferecer.

• Informe-se sobre o tratamento (o que está envolvido, quanto tempo vai demorar, se possui efeitos colaterais e o que você pode esperar dele).

• Pergunte ao profissional se ele já tratou de casos semelhantes.
Não se esqueça de verificar a qualificação do profissional (onde ele se formou, em quais associações médicas está filiado etc.).

• Procure uma clínica de reputação ou que tenha profissionais diplomados e registrados nos devidos conselhos profissionais.

• Vá em busca de uma segunda ou terceira opinião.

• Leia e estude.

Fonte: Associação Brasileira de Medicina Complementar

Partidário da medicina complementar, Oliveira, no entanto, alerta para o perigo de a terapia alternativa mascarar doenças graves ou acelerar seu ritmo destruidor. “O ideal é que o paciente procure um médico, que saberá fazer um diagnóstico correto. Há sintomas que me fazem pensar em outras causas. Uma dor de cabeça pode ter mais de 50causas”, diz ele.

Apesar das inúmeras modalidades de terapias alternativas em todo o mundo, as mais populares no Brasil são as que envolvem massagem e plantas. A classe médica considera manipulações de vértebras como a quiropraxia e o shiatsu mais como técnicas de relaxamento do que como ciência. A reflexologia é incluída no mesmo conceito. A podóloga Rose Prudente é uma defensora contundente da massagem nos pés para a cura de doenças: “Há clientes que vêm com uma dor de cabeça intensa, eu faço a reflexologia e eles saem daqui aliviados e sem dor”.

Osmar Ludovico é pastor e não vê problemas em um crente adotar as técnicas reconhecidas cientificamente pelo Ministério da Saúde. “As críticas são resultado do desconhecimento e também do preconceito em relação a tudo o que é oriental”, alerta. Segundo ele, não dá para questionar aquela tradição familiar que adota o “escalda pés” ou o cataplasma, por exemplo, para curar doenças. “Não é contra a vontade de Deus. Infelizmente, tudo o que é alternativo está nas mãos de esotéricos. Mas isso está mudando. Hoje já temos muitos profissionais, como por exemplo, médicos crentes trabalhando com homeopatia. Há alguns anos isso era quase impossível”, avalia. “Os crentes demonizam algumas coisas por falta de conhecimento”, complementa.

MEDICINAS ALTERNATIVAS RECONHECIDAS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

ACUPUNTURA
Há cerca de 5.000 anos, os chineses afirmam que o corpo humano é atravessado por canais de energia chamados meridianos, sendo que cada ponto desse percurso se relaciona a um órgão. Por meio da colocação de agulhas finíssimas, bastões de moxabustão ou ventosas em pontos ao longo do corpo, se estimula o fluxo de energia. Em situações de dor, os estímulos desses pontos promovem a liberação de endorfinas e outros transmissores – substâncias que funcionam como analgésico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a prática é eficaz para mais de 107 doenças e sintomas. Seu uso mais conhecido é no alívio de dores agudas e crônicas – de uma crise de enxaqueca à artrite. Tem cobertura dos planos de saúde.

HOMEOPATIA

O termo foi criado pelo médico alemão Samuel Hahnemann (1755-1843). O princípio é promover a cura provocando sintomas semelhantes aos da doença, e não pelo combate dos sintomas, como na alopatia. Isso é feito pelo uso de medicamentos que passam pelo processo de dinamização – sucessivas diluições do princípio ativo em álcool. Para a homeopatia, a doença se inicia na alma. O objetivo é fazer o organismo voltar a seu equilíbrio. Seu mecanismo de ação ainda é um mistério para a ciência. Vários médicos tradicionais admitem sua utilização em doenças crônicas, como alergias, e sobretudo nas de fundo emocional, como depressão. Trabalha com plantas, vegetais e minerais. Tem cobertura dos planos de saúde.

FITOTERAPIA

Tratamento à base de plantas. Prática comum na medicina indiana e na chinesa por meio de infusões, extratos, cápsulas, compressas etc. O princípio curativo de alguns chás e plantas é inegável, já que 45% dos remédios usados pela medicina convencional são feitos a partir de substâncias extraídas de vegetais. São indicados para tratar doenças como resfriados, dores de cabeça, cólica, insônia e problemas digestivos.


NÃO SÃO RECONHECIDAS PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE

FLORAIS

Prega o equilíbrio das emoções por meio da energia das flores. Os florais mais conhecidos levam o nome do médico inglês Edward Bach, criador do método. São usados para aplacar emoções pontuais, como o excesso de ansiedade ou uma crise de ciúmes.

AROMATERAPIA

O efeito estaria no uso de óleos essenciais de plantas e flores. Esfregados no corpo, eles ajudariam a tratar doenças como depressão e estresse.

IRIDOLOGIA

Fazem diagnóstico observando as marcas da íris. O Royal London Homeopathic Hospital, um dos mais conceituados da Inglaterra, publicou um estudo afirmando que a iridologia é uma técnica "totalmente sem valor".

QUIROPRAXIA

Destina-se ao diagnóstico, tratamento e prevenção de problemas do sistema neuro-esquélico. De acordo com a quiropraxia, dores no pescoço ou na região lombar surgem quando alguma das 24 vértebras da coluna sai do lugar e pinça o nervo. Segundo os médicos, funcionam em alguns casos relacionados à má postura e não resolve definitivamente nenhum problema. Porém, é a segunda maior especialidade na área de saúde nos Estados Unidos.

REIKI

É uma terapia de imposição das mãos na qual o terapeuta seria apenas "uma ponte" entre a energia do universo e a da outra pessoa. Para eles, a energia vital pode curar qualquer doença.

SHIATSU

Parecido com a acupuntura. Ao invés de agulhas, usa-se os dedos nos pontos de energia (o corpo é atravessado por canais de energia). "Shi" significa dedo, e "atsu", pressão. O massagista aperta o dedo polegar pelo corpo todo do paciente e consegue desfazer os nódulos, eliminando as toxinas cumuladas. Indicado para quem está estressado e com o corpo rígido pelas tensões.

O pastor Eduardo Rosa Pedreira disse que não hesitaria em recomendar que um membro de sua igreja adotasse um tratamento alternativo. “Não vejo nada demais adotar uma técnica que me ofereça bem-estar físico e emocional. Mas sempre lembrando que não devemos nos submeter a nada que não tenha base científica”.

A evangélica Ana Júlia Grassi teve o cuidado de se informar antes de adotar as técnicas orientais para cuidar de sua saúde. “Procurei um médico e fiz acupuntura, e também fiz shiatsu. Não me senti culpada e tampouco pecando”, diz ela. Porém, argumenta que quando foi apresentada ao Reiki – a pessoa impõe as mãos no local doente para “trocar a energia ruim pela boa” – a situação foi completamente diferente. “Percebi que não era bom. Então não cheguei nem a fazer. O que não podemos é botar tudo num balaio de gatos”, adverte. Outro evangélico que recorreu às agulhas foi Marlos Duarte. “Eu tinha uma enxaqueca muito forte e crises horríveis. Meu médico me indicou o tratamento e eu fiz. Estou curado”, garante. A dona de casa Maria Rosa Rodrigues não quis nem pensar em se submeter às terapias alternativas. E lamenta: “Eu não quis fazer (acupuntura) porque avalio que não é de Deus. Convivo com as dores de cabeça quase que diariamente”.

“A saúde e o bem-estar são talvez os fatores mais importantes da vida”, diz o presidente da ABMC, “e todos devem ter a oportunidade de acesso à moderna tecnologia da medicina convencional como também às informações das estratégias da medicina complementar.” O que se deve sempre ter, no caso do crente, é o bom senso e o discernimento do Espírito Santo para uma tomada de decisão.

Fonte: http://www.revistaenfoque.com.br/index.php?edicao=83&materia=1091

domingo, 4 de outubro de 2009

PARA A MÍDIA O EVOLUCIONISMO É A VERDADE ABSOLUTA



Cresce no Brasil o movimento que tenta banir da educação pública o ensino religioso. Esta semana, ouvi em duas emissoras de rádio discussões com vários educadores sobre este tema.

O texto abaixo, de Roberto César de Azevedo, foi enviado à revista ÉPOCA, em 03/01/05, para responder à matéria publicada na edição nº 346.

Para
EDITORA GLOBO
Revista Época
época@edlgobo.com.br
Av. Jaguaré, 1485
05342-900 São Paulo, SP.

Prezados Senhores,

Li com atenção o tema especial: "E no princípio era..." o que mesmo?

Certamente é motivo de grande atenção o fato do enorme fracasso do ensino obrigatório, exclusivo do evolucionismo durante o último século no Brasil, apoiado pelas cátedras e coadjuvado pela mídia, ter produzido apenas 11% evolucionistas ateus!

A causa principal deste fracasso é que as evidências estão destruindo a frágil idéia da evolução. Vejamos algumas:

1. Nada em biologia faz sentido à luz do acaso cego.
O acaso nega o conceito científico de causa e efeito, introduz conceitos mitológicos e mágicos inaceitáveis sob o ponto de vista científico, mas defendidos por "cientistas" evolucionistas. ... É uma maneira enganosa de não explicar nada.

2. A abiogênese é uma crendice popular aceita e defendida pela evolução!
Desde 1864, Louis Pasteur, cientista criacionista convicto, destruiu esta crendice que continua até hoje nos livros de biologia. Eis um excelente exemplo para tirar das trevas nossa ciência, pois como Pasteur, estaríamos produzindo vacinas, e fazendo a verdadeira ciência progredir.

3. Os "incontáveis" elos de Darwin não foram encontrados.
Não encontramos mais do que 30 supostos elos intermediários. Deveriam ser bilhões. A árvore da vida evolutiva está comprometida.

4. Os fósseis contestam a evolução.
Os fósseis segundo a evolução seriam poucos e escassos. Só o fato de encontrarmos milhões, toneladas de fósseis animais e bilhões de toneladas de carvão fóssil vegetal, além das toneladas de fósseis nas gélidas turfeiras e o petróleo fóssil, desmentem a evolução.
Os fósseis surgem por soterramento rápido, afogamento na lama. Catástrofe. Nada de uniformismo lento!

5. A ancestralidade comum está em cheque.
A embriologia evolucionista é uma fraude. Ensino enganoso e fraudulento já contestado desde 1868, mas teimosamente defendido por cientistas descuidados.
A similaridade da morfologia dos ossos ou órgãos homólogos apontam para um arquiteto, engenheiro e Criador inteligente.
Os órgãos vestigiais humanos inventados pelo evolucionismo (que chegou a ter mais de 150 órgãos vestigiais listados), é produto da ignorância.

6. A seleção natural fracassou.
Os exemplos citados são muito frágeis. As 13 "espécies" dos tentilhões de Darwin se cruzam entre si e dão descendentes férteis. Confundiram variedades com espécies. A mariposa Biston betularia está sendo contestada, e a resistência de bactérias ou outros seres vivos são exemplos frágeis.

7. O coordenador do Projeto Genoma Humano é criacionista.
O Dr. Francis Collins, afirma com todas as letras, que o genoma humano, sempre foi conhecido por Deus, pois é o seu Criador, e codificador desta enciclopédia informativa, o nosso DNA. No princípio Deus. Nada dos "zilhões" de anos que o propagandista evolucionista Richard Dawkins precisa para aplicar o seu relojoeiro cego que nunca fez coisa nenhuma. No princípio a cegueira evolutiva...?

Sugerimos uma entrevista com o Dr. Francis Collins.

Lembramos ainda que Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Johanes Kepler, Francis Bacon, Isaac Newton, Carlos Linneu, Gregório Mendel, Louis Pasteur; todos eles foram criacionistas. Os modernos criacionistas estão nos ombros de gigantes da ciência. Merecem o mesmo nível de atenção, respeito, e exposição na mídia e na cátedra.

O resultado da pesquisa do IBOPE mostra o óbvio: 89% dos leitores da Revista Época, os pais dos alunos e os estudantes não agüentam mais este ensino evolucionista unilateral! Acordem!

Está na hora de despertar, comparar e discutir o criacionismo com o evolucionismo, na base das evidências científicas dentro das salas de aulas, desde o ensino fundamental até a pós-graduação. Daqui a pouco o evolucionismo, o maior mito científico pode estar banido, como querem 75% dos brasileiros.

Apenas como contribuição, mandamos um pequeno artigo e dois livros: "A Origem Superior das Espécies" e "Genoma, Passado, Presente e Futuro".

Cordialmente,

Roberto César de Azevedo
Bacharel e Licenciado em Biologia pela Universidade de São Paulo

Fonte: http://www.scb.org.br