sexta-feira, 29 de junho de 2012

Com mais 16 milhões de fiéis em 10 anos, evangélicos são 22,2% dos brasileiros


Dados do Censo 2010 revelam que de 2000 até 2010, parcela da população que se declarou evangélica passou de 15,4% para 22%. Maior parte da população brasileira segue católica.

Os evangélicos foram o segmento religioso que mais cresceu no Brasil no período entre os censos de 2000 e 2010. Segundo os números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira, em 2000, os evangélicos representavam 15,4% da população. Em 2010, com um aumento de cerca de 16 milhões de pessoas (de 26,2 milhões para 42,3 milhões), chegaram a 22,2%. Em 1991, este percentual era de 9,0% e em 1980, 6,6%.
De acordo com o Censo, a proporção de católicos seguiu a tendência de redução observada nas duas décadas anteriores, embora permaneça majoritária. Em paralelo, consolidou-se o crescimento da população evangélica. A pesquisa indica também o aumento do total de espíritas, dos que se declararam sem religião, ainda que em ritmo inferior ao da década anterior, e do conjunto pertencente às outras religiões.

No questionário feito pelo Censo 2010, os evangélicos foram divididos entre evangélicos de missão - luteranos, presbiterianos, metodistas, batistas, congregacionais, adventistas etc. -, evangélicos pentecostais - Assembleia de Deus, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Universal do Reino de Deus, Maranata, Nova Vida, entre outras - e igrejas evangélicas não determinadas.
Dentro do crescimento de 15,4% para 22,2% do números de evangélicos, os pentecostais foram os que mais cresceram: passaram de 10,4% em 2000 para 13,3% em 2010. Também foi observado aumento expressivo do segmento da população que apenas respondeu ser evangélica, não se declarando como de missão ou de origem pentecostal: de 1% para 4,8%. Já a parcela da população que se declarou evangélica de missão teve ligeira redução proporcional, caracterizando estabilidade em sua participação relativa no total da população: de 4,1% para 4,0%.
Ainda segundo os dados do Censo 2010, os evangélicos tem perfil jovem. Os pentecostais eram mais jovens, com uma idade média de 27 anos e os de missão, 29 anos. A maioria dos evangélicos também se identificou como de cores parda (45,7%) e branca (44,6%).
A comparação da distribuição por rendimento mensal domiciliar per capita entre todas as religiões revelou que os evangélicos pentecostais são o grupo com a maior proporção de pessoas concentrados na faixa até 1 salário mínimo (63,7%), seguidos dos sem religião (59,2%).

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-06-29/com-mais-16-milhoes-de-fieis-em-10-anos-evangelicos-sao-222-dos-brasileiros.html

Censo 2010: 8% dos brasileiros se declaram sem religião

Em 2000 eram quase 12,5 milhões de brasileiros que diziam não seguir nenhuma religião. Em 2010, esse número passou para 15 milhões.

Com população menor apenas que os católicos e evangélicos, os brasileiros que se declararam sem religião chegaram a 8%, segundo dados do Censo 2010, divulgado nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2000 eram quase 12,5 milhões (7,3%) de brasileiros que diziam não seguir nenhuma religião. Em 2010, esse número passou para 15 milhões (8,0%).

Como característica, os brasileiros que diziam não seguir nenhuma religião tem o segundo pior nível de instrução. Os católicos (6,8%), os sem religião (6,7%) e evangélicos pentecostais (6,2%) são os grupos com maiores contingentes de pessoas de 15 anos ou mais de idade sem instrução. Em relação ao ensino fundamental incompleto são também esses três grupos de religião que apresentam as maiores proporções (39,8%, 39,2% e 42,3%, respectivamente).
Quem disse não seguir nenhuma religião também são segundo pior grupo quando se analisa rendimentos. Quando se analisa os grupos religiosos por pessoas concentrados na faixa até 1 salário mínimo de rendimento, os que se declaram sem religião (59,2%) só não estão pior que os evangélicos pentecostais (63,7%). No grupo dos sem religião, a declaração de cor mais encontrada foi parda (47,1%).

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-06-29/censo-2010-8-dos-brasileiros-se-declaram-sem-religiao.html

IBGE: com maior rendimento e instrução, espíritas crescem 65% no País em 10 anos

Os resultados do Censo 2010 sobre as religiões seguidas pelos brasileiros, divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam importante diferença dos espíritas para os demais grupos religiosos.
Segundo a pesquisa, os adeptos do espiritismo possuem as maiores proporções de pessoas com nível superior completo (31,5%) e taxa de alfabetização (98,6%), além das menores percentagens de indivíduos sem instrução (1,8%) e com ensino fundamental incompleto (15,0%).
O espiritismo também foi uma das religiões que apresentaram crescimento (65%) desde o Censo realizado em 2000: passaram de 1,3% da população (2,3 milhões) em 2000 para 2% em 2010 (3,8 milhões).

O aumento mais expressivo entre os espíritas foi observado no Sudeste, cuja proporção passou de 2% para 3,1% entre 2000 e 2010, um aumento de mais de 1 milhão de pessoas (de 1,4 milhão em 2000 para 2,5 milhões em 2010). O Estado com maior proporção de espíritas era o Rio de Janeiro (4,0%), seguido de São Paulo (3,3%), Minas Gerais (2,1%) e Espírito Santo (1,0%).
Também na posição mais alta quando se analisa rendimento, 19,7% dos espíritas se declararam no grupo das pessoas com rendimento acima de 5 salários mínimos.
O Censo 2010 mostrou também que no segmento populacional que se declarou espírita, 68,7% eram brancos, percentual bem mais elevado que a participação deste grupo de cor ou raça no conjunto da população.

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2012-06-29/ibge-com-maior-rendimento-e-instrucao-espiritas-crescem-65-no-pais-em-10-anos.html

terça-feira, 26 de junho de 2012

Brasileiros entram cada vez mais cedo no mundo das drogas


Segundo a Associação Brasileira de Alcoolismo e Outras Drogas (Abrad), o uso do álcool e do tabaco começa em torno de 12 anos de idade, em média.

No Dia Mundial de Combate às Drogas, comemorado nesta terça-feira (26.06.12), um dado preocupa autoridades e especialistas no Brasil: o uso de drogas está acontecendo cada vez mais cedo na vida dos brasileiros.

“Esta é a grande preocupação nossa devido à precocidade do acesso ao álcool e às demais drogas, sendo que o que fica mais notório é o abuso, o uso excessivo do álcool, entre menores de 18 anos”, disse à Agência Brasil a psicóloga Leandra Iglesias, diretora da unidade serrana da Associação Brasileira de Alcoolismo e Outras Drogas (Abrad). Ela participou da 14ª Semana Nacional de Prevenção ao Álcool e Outras Drogas, que ocorre na cidade de Petrópolis, na região serrana fluminense.

De acordo com a Abrad, o uso do álcool e do tabaco começa em torno de 12 anos de idade, em média. “Nós costumamos dizer que o álcool e o cigarro, que são as drogas legais, são a porta de entrada para as drogas ilegais”, destacou Leandra Iglesias. “Esta é a nossa preocupação, porque ninguém começa com uma droga pesada”, completou.

Cerca de 12,5% da população brasileira são dependentes de álcool. E o consumo entre as mulheres aumentou 55% nos últimos dez anos, “de forma abusiva”, informou a psicóloga.

A Semana Nacional de Prevenção ao Álcool e Outras Drogas promoveu palestras nas escolas sobre os danos do álcool ao cérebro e sobre o uso de esteroides e anabolizantes, considerados drogas sintéticas que causam dependência psicológica, entre outros temas.

Leandra Iglesias alertou que da mesma forma que as drogas ilícitas, os esteroides e anabolizantes causam danos em diversas áreas do organismo humano e do cérebro, inclusive com diferenciação entre malefícios no organismo feminino e masculino. “É bastante preocupante, porque o jovem não sabe disso e, em busca do corpo sarado, usa essas substâncias de forma não criteriosa”.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1269214&tit=Brasileiros-entram-cada-vez-mais-cedo-no-mundo-das-drogas

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A motivação dos crentes atuais


Motivação é uma palavra de origem latina, "movere", e indica uma situação de provocação de movimento. Motivação é um motivo em ação. Este termo é usado popularmente para explicar porque as pessoas agem de uma determinada maneira.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

A magia do elogio




Um elogio feito na hora certa e da forma correta tem um poder verdadeiramente transformador. Ele funciona como uma poderosa fonte de encorajamento, inspiração e motivação para quem o recebe, elevando o ego e reforçando nossa autoconfiança.

O interessante do elogio é que ele faz bem não só para quem o recebe, mas também para quem o faz. Quando elogiamos mostramos apreço pelas pessoas, ganhamos em relacionamento interpessoal, exercitamos a humildade, e corremos um sério risco de recebermos outro elogio em troca.

A magia do elogio ocorre justamente por ele ser uma via de mão dupla. Realizando uma analogia, é como se você entregasse flores e conservasse um pouco do perfume em suas mãos.

Os líderes de sucesso já perceberam o poder o elogio, e não se privam de utilizá-lo não só como reconhecimento, mas também de maneira estratégica, pelo valor motivacional que ele causa nas pessoas.

Porém não basta só elogiar, é preciso fazê-lo de uma forma coerente, sincera e principalmente de forma correta.

Algumas dicas para potencializar o elogio:

P Sinceridade – Você corre o risco de ser ridículo ou até mesmo irônico se o elogio não for sincero. Por isso, só elogie aquilo que merece ser reconhecido.

P Elogie a Pessoa – Todo elogio é bem vindo, mas ele pode ser potencializado. Por exemplo: Se alguém está usando uma camisa bonita, elogie o bom gosto de quem a está vestindo e não somente a camisa.

P Dê Provas do Elogio – Se você estiver elogiando uma pessoa, cite um detalhe ou uma ocasião que evidencie o elogio. Por exemplo: “Fulano, eu te admiro pois você é entusiasta. Percebi isto quando tivemos que implantar aquela ação da área comercial”.

P Seja Específico – Faça um elogio por vez e evidencie apenas com um exemplo. Muitos elogios ao mesmo tempo podem soar de forma exagerada e não causar o efeito desejado.

Existem diversas formas de se elogiar, como: em público, reservadamente, através de uma carta ou e-mail. Se desejar, e se a situação for adequada, o elogio pode ser acompanhado de uma premiação que poderá ser: um presente, uma placa gravada, troféu, ou até mesmo uma gratificação.

Um ponto a ser refletido é que só aquele que sabe elogiar tem o direito de criticar. É mais fácil aceitar uma crítica quando ela é vinda de uma pessoa que também elogia o que merece ser reconhecido.

Elogie mais, e afine-se para o sucesso!

Texto de Fabiano Brum.


Acesso em 06.06.2012

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Brasil gasta R$ 21 bi por causa de males do cigarro


O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com produtos derivados ao tabaco no mesmo período.

O Brasil gastou no ano passado R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro, revela estudo inédito financiado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT). O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com produtos derivados ao tabaco no mesmo período.

A divulgação foi feita na véspera do Dia Mundial sem Cigarro, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no país. São 130 mil óbitos anuais (350 por dia). Os resultados são fruto da análise de dados de 15 doenças relacionadas ao cigarro. Quatro delas - cardíacas, pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão e acidente vascular cerebral - responderam por 83% dos gastos.

Os custos, segundo uma das coordenadoras do estudo, a economista da Fundação Oswaldo Cruz Márcia Teixeira Pinto, são referentes às despesas tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na saúde suplementar. "Há tempos buscamos números que indiquem o impacto do tabagismo na economia do país", diz a diretora executiva da ACT, Paula Johns. Um dos argumentos da indústria do fumo para frear medidas de prevenção é a alta arrecadação de impostos, além da alta quantidade de empregos concentrada na atividade.

No debate mais recente, feito durante a discussão da resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para proibição de aditivos ao cigarro, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) apontou que em 2010 a indústria recolheu R$ 9 3 bilhões de tributos e gerou receita de R$ 4,1 bilhões. "Não concordamos com o número apresentado por eles de arrecadação. Mesmo assim, é mais do que a metade do gasto com doenças", afirma Paula.

Segundo ela, os números mostram que ainda há muito o que ser feito no combate ao tabagismo. Entre reivindicações está a regulamentação da lei que proíbe fumo em locais públicos fechados e a da proibição de propaganda nos locais de venda. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte: Jornal Gazeta do Povo. 31.05.2012